Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Mãe não é coração dilacerado. Melhor dizendo, mãe é um coração em pedaços. Para mim, há diferença, sim. Dilacerar é rasgar em pedaços, despedaçar, amassar. Já o ser coração em pedaços é ser distributivo, participativo, sempre presença e presente. Coração sempre capaz de consolar, pronto para perdoar e acolher, amar mesmo quando sem inteira correspondência.

 Maio. Mês das mães. Mês das noivas. Na Europa, mês das flores. Continente ao qual pertencemos, segundo Joaquim Nabuco, pelas “camadas estratificadas” do nosso espírito. É época de Páscoa. Em que pese ao momento que se vai prolongando, prolongando… de covid-19, a fazer estragos exigindo novos caminhos, novas estradas. Novas superações, novos desdobramentos. Escolas fechadas. Sem escolas infantis… Ah! Se nome de mãe gastasse… Lares de geladeira vazia, desempregos. Auxílios emergenciais de um lado; mordomias desmedidas, de outros. Turbulência política.

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Ronaldo Mota
Diretor Científico da Digital Pages
Membro da Academia Brasileira de Educação
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  1. Vórtex digital

Vórtex ou vórtice diz respeito a um escoamento giratório, com linhas circulares ou espirais, em torno de um centro de rotação. Trata-se de um redemoinho que suga, absorve e transforma tudo ao seu redor. Vórtex digital reflete a centralidade atratora que as tecnologias digitais representam no mundo contemporâneo.

Setores como, por exemplo, mídia e entretenimento, telecomunicações, varejo online e serviços bancários já foram absolutamente tragados por esse centro atrator. Outros, como indústrias de bem de consumo, turismo e educação, já sentem fortemente a proximidade do sorvedouro. Mas, todos, uns antes outros depois, passarão por esse processo inexoravelmente.

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Carmen Luiza da Silva
Consultora Atmã Educar
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Quando iniciei a escrita deste artigo ainda não havíamos sido acometidos pela pandemia que tomou conta do planeta. Minha intenção era falar das competências que o professor precisava possuir para atuar no ensino e ser capaz de auxiliar seus aprendizes a desenvolver em si as competências requeridas pelo mundo hoje. Competências que vão além da simples cognição, mas que desenvolvem habilidades e comportamentos por meio de uma aprendizagem significativa.

Em meio às inovações que ora se impunham, alteramos currículos, inserimos novas metodologias de aprendizagem, definimos novas formas de avaliação e entramos num processo profundo de reelaboração das nossas práticas acadêmicas nas quais o professor passou a ser o grande protagonista. Em suas mãos estava a condição de estabelecer ou não, novos modelos mentais de tornar a aprendizagem relevante para os estudantes. E esse era o principal fator apontado como dificuldade das instituições de ensino em estabelecer inovações em seus currículos e metodologias. Era preciso que os professores “saíssem da sua zona de conforto” para que as instituições de ensino pudessem inserir as inovações necessárias. Em virtude desta premissa estabelecida ainda nos tempos em que a EAD gatinhava no cenário educacional, muito se investiu em treinamentos e capacitação de docentes, com o intuito de estabelecer as bases para a aprendizagem ao longo da vida.

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