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Niube Ruggero
Consultora Educacional 
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No Brasil temos aquela tradição de Lei que “pega” e Lei que “não pega”. Na área educacional estamos vivendo esse momento. Em 2015, o Conselho Nacional de Educação – CNE aprovou a Resolução CNE/CP nº 2, de 1º de 2015, que define as Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação inicial em nível superior (cursos de licenciatura, cursos de formação pedagógica para graduados e cursos de segunda licenciatura) e para a formação continuada. Essa orientação deveria entrar em vigor no prazo de até 2 anos. Pois bem, a cada ano, novamente vivemos a tensão de prorrogação por mais um ano.

Será que a Portaria No. 1.095 de 25 de outubro de 2019, que dispõe sobre a expedição e o registro de diplomas de cursos superiores de graduação no âmbito do sistema nacional de ensino viverá essa “tradição”?

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Ronaldo Mota
Consultor Educacional
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 É bastante comum associarmos inteligência a termos excelente memória. Ou seja, quanto mais detalhes soubermos e por mais tempo recordarmos de eventos passados, em geral, costumamos achar melhor. No entanto, avanços recentes da ciência nos obrigam a, no mínimo, repensar tais associações.

Paul Frankland e Blake Richards, pesquisadores da Universidade de Toronto, destacam em um artigo recente na revista Neuron (vol. 94, 6, pag. 1071, 2017) a importância de saber esquecer, tão relevante, segundo eles, como lembrar. De fato, eles evidenciam que é a interação entre memória e esquecimento que propicia as adequadas condições para a tomada de decisões inteligentes.

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Gabriel Mario Rodrigues2

Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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“O Brasil teve evolução impressionante na década de 2000, uma das mudanças mais rápidas no sistema educacional quando se trata de qualidade de aprendizagem (…), mas com o tempo este progresso estagnou, desde 2006/2009, nós vimos pequenas mudanças na qualidade de ensino” (Andreas Schleicher, diretor de Educação da OCDE e responsável pelo Pisa)

Ao analisarmos a fala de Andreas Schleicher, epígrafe deste artigo, vemos que o perigo pode estar exatamente no que temos visto como afoitismo de adoções de novas propostas pedagógicas, incerteza de rumos dos poderes governamentais, implantação de novas tecnologias não sedimentadas, inovações que de novo não têm nada, e por aí vamos.

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