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Celso Niskier
Diretor presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES)
Reitor do Centro Universitário UniCarioca
Publicado no Estadão, em 13 de fevereiro de 2020
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Uma das mais importantes questões hoje no Brasil, especialmente na educação superior, é o debate sobre a autorregulação. O modelo tem sido cada vez mais presente em diversas atividades e segmentos e se apresentado bastante eficiente, contribuindo para avanços no desenvolvimento de todo o mercado, com maior segurança e estabilidade.

Em recente reunião no Ministério da Educação (MEC), representantes do Fórum das Entidades Representativas do Ensino Superior Particular, em conjunto com o Fórum dos Presidentes das Instituições Comunitárias de Ensino Superior, apresentaram ao ministro as diretrizes principais para o futuro aprimoramento da regulação das atividades das instituições de ensino superior particular.

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Em “A Poesia é Necessária”, Rubem Braga reúne poemas por ele próprio selecionados. Considerado, senão o maior, um dos maiores cronistas brasileiros, o “velho Braga”, como passou a ser chamado, manteve uma seção, com esse nome, de 1953 a 1956, na revista Manchete. De 1979 a 1990, ano de sua morte, manteve uma coluna na Revista Nacional, tabloide que circulava encartado nos Diários Associados. O que Rubem Braga reuniu, nesses dois períodos, acabou por constituir uma antologia da produção poética, do gênero lírico, desde Padre Anchieta. O livro é organizado por André Seffrin.

Autor de poemas em prosa, Rubem Braga é um poeta sem versos. Sua obra é prosa em linguagem poética, tamanha a sua sensibilidade de inspiração, beleza da forma e ritmo. Ter alma de poeta é um estilo de vida, é ter uma percepção da face oculta das coisas. Não é objeto de pesquisa, mas de recriação, recriação do mundo. À maneira do arquiteto, o poeta cria seu universo, dentro da sua visão. Enquanto alguns sonham alto, outros agem à sorrelfa, procurando levar vantagem em tudo. Sem espaço para a cultura e a poesia. Sem espaço para a doce poesia do Natal.

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jacir-venturi2017Jacir J. Venturi
Foi diretor de escolas, professor e/ou coordenador da UFPR, PUCPR, Universidade Positivo
Autor do livro “Da Sabedoria Clássica à Popular (3ª edição)
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Qual coração não guarda seus segredos? Fantasias, desejos?

Ninguém adentra o íntimo de outrem – por isso o coração é terra que ninguém pisa, como bem expressa a sabedoria popular, que também admite que o coração é a morada do amor e dos sentimentos. Se ninguém pisa, não é só por ser impossível de se apoderar dele pela força, mas também por ser ilógico, imprevisível, pois todo o amor é uma amálgama de êxtase e sofrimento. Como nos versos da consagrada goiana Cora Coralina, “quis ser um dia jardineira de um coração. Nasceram espinhos e nos espinhos me feri.”

Na mesma toada, temos o poema da mineira Adélia Prado, ainda mais pungente: “o amor é a coisa mais alegre, o amor é a coisa mais triste, o amor é a coisa que mais quero.” A aceitação dessa alternância entre fases ditosas e frustrantes torna a vida mais leve. Rejeitar a tristeza ou o sofrimento é como rejeitar a própria condição humana.

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