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Alberto Costa
Senior Assessment Manager de Cambridge Assessment English, departamento da Universidade de Cambridge especializado em certificação internacional de língua inglesa e preparo de professores
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Nos três materiais anteriores produzidos aqui para o blog da ABMES (A internacionalização do ensino superior fora do Brasil e o que podemos aprender com os cases de sucesso / Internacionalização no Brasil: o que podemos aprender com as universidades que já iniciaram o processo / Qual o primeiro passo para um projeto de internacionalização na Educação Superior?), nós citamos mais de uma vez uma variável em comum que é tida como essencial para que os projetos de internacionalização sejam implementados com sucesso. Trata-se do inglês enquanto um componente do programa de línguas que permite a comunicação para promover conexões globais para a cooperação acadêmica internacional. Essa geralmente é uma das maiores barreiras para que as universidades brasileiras, que têm o português como língua mãe, enfrentam para dar o primeiro passo, já que muitas delas recebem alunos que não foram preparados da maneira correta para dominar a proficiência.

E dentro desse cenário, uma prática que vem crescendo com rapidez no mundo, principalmente nos países que buscam a globalização por meio da educação bilíngue ou internacional, é o English as a Medium of Instruction (EMI). Em outras palavras, EMI é o uso do inglês para ensinar matérias acadêmicas em países ou áreas onde o inglês não é a primeira língua da maioria da população. As razões pelas quais instituições de ensino superior estão dispostas a implementar o EMI são várias: atrair estudantes internacionais, estar melhor posicionadas nos rankings universitários, dar aos estudantes a possibilidade de estudar no exterior, aumentar as possibilidades de carreira de estudantes e funcionários, etc.

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Maurício Garcia
Cientista digital na consultoria Solvertank

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Recentemente, fui convidado pela ABMES – Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior a fazer uma previsão sobre qual será o futuro da educação superior no Brasil.

Difícil, não é?

Bem, para não ficar num simples devaneio, eu usei duas referências principais: o Censo da Educação Superior do Inep/MEC e o relatório Holon IQ 2030, que discute cinco cenários para o futuro da educação.

Comecemos pelo Inep. De acordo com os dados de 2018, o Brasil tem pouco mais de 8 milhões de alunos, os quais estão distribuídos em duas categorias:

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Gabriel Mario Rodrigues2

Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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“O perigo é que se investirmos demais no desenvolvimento da IA e de menos no desenvolvimento da consciência humana, a simples inteligência artificial sofisticada dos computadores poderá servir apenas para dar poder à estupidez natural dos humanos.” (Yuval Noah Harari)

Na semana passada fiz uma provocação indagando como reagiria um robô face ao fato que levou o prefeito do Rio de Janeiro a mandar retirar o livro de histórias em quadrinhos da Bienal. As respostas dos leitores foram que as máquinas se posicionariam da mesma forma que os humanos, dependentes de sua realidade social, filosófica ou religiosa. Ou seja, os robôs reagirão de acordo com o pensamento de seus programadores. Leia mais »

 
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