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Aberto Costa
Senior Assessment Manager de Cambridge Assessment English, departamento da Universidade de Cambridge especializado em certificação internacional de língua inglesa e preparo de professores
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Nos meus dois artigos anteriores produzidos para a ABMES falei a respeito dos primeiros passos para a internacionalização da educação superior e também a respeito dos cases de fora do Brasil e quais lições poderíamos tirar a partir deles (os materiais estão disponíveis aqui e aqui). Agora é chegado o momento de voltarmos o olhar para nós e de falar a respeito do nosso país e das iniciativas que mais se destacam localmente nesse contexto.

Apesar de ser um movimento que cresce a passos lentos, o Brasil já tem alguns bons exemplos de processos bem sucedidos de internacionalização em suas universidades. Um estudo feito pelo British Council em 2018 apontou que, das 84 universidades entrevistadas, 86% delas declarou uma oferta existente de cursos, programas ou atividades adicionais oferecidas em inglês ou ao menos um plano claro de implementação para o segundo semestre de 2018 ou primeiro semestre de 2019. Esses dados mostram um crescimento expressivo ao ser comparado com os resultados de 2016, quando apenas 50% das instituições ouvidas para o mesmo levantamento indicaram ter qualquer tipo de oferta relacionada à internacionalização.

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Ernandes Rodrigues do Nascimento[1]
Karla Karina de Oliveira[2]
Luciana Correia Barbosa[3]
Thyago Douglas Mendes de Almeida[4]
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Nas últimas décadas, as tecnologias digitais de informação e comunicação (TDIC) evoluíram o suficiente para criar uma ruptura social, política, cultural, econômica, etc. Os recursos digitais se tornaram mais potentes e menores em tamanhos, tais como os smartphones; a internet se tornou móvel e de alta velocidade; os jogos eletrônicos se reinventaram; a produção de imagens e vídeos deixou de ser apenas um produto de profissionais e virou uma atividade rotineira da população.

Essas mudanças impactaram em todas as áreas profissionais, inclusive na educação. A maneira de se estudar e aprender mudou, como já dizia Paulo Freire (1974), o aluno não é um ser passivo, mas construtor da sua própria aprendizagem, precisando tão somente de incentivo para desenvolver a sua autonomia. Ao mesmo tempo, Freire (1974) também descreve o papel do professor, o qual deixa de ser o detentor do conhecimento e se torna um guia, um tutor, o qual orientará o estudante em sua jornada.

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Janguiê Diniz
Vice-presidente da ABMES
Mestre e Doutor em Direito

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
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Já escutamos por inúmeras vezes a expressão “educação inovadora”. De tempos em tempos, vemos e ouvimos discussões sobre novos rumos nos processos de ensino e aprendizagem. Cada época com sua visão de inovação e pautadas, por vezes, em mudanças nos métodos e metodologias, outras vezes na reorganização curricular. Na última década, esses debates colocaram a relação direta entre inovação e usos e manejos das novas tecnologias.

Desde os anos 90, com a massificação dos computadores, as escolas começaram a adotar a tecnologia como aliada ao ensino. Vimos surgir os laboratórios de informática, as aulas de robótica e tantas outras. Esses nada mais eram do que novos modelos, que precisam ser pensados e testados constantemente.

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