Destaques
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Ronaldo Mota
Consultor Educacional
Membro da Academia Brasileira de Educação e Diretor Científico da Digital Pages
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Neste mês, o Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgou interessantes análises acerca das contribuições relativas de cada país para a economia global. A partir do Produto Interno Bruto (PIB), somatório de bens e serviços produzidos por cada nação, ajustado pela paridade do poder de compra, podemos obter indicadores acerca da respectiva qualidade de vida de seus habitantes.  

Um dos destaques negativos deste recente estudo é o Brasil. Pelo sétimo ano consecutivo, nossa participação percentual segue trajetória de queda, atingindo em 2018 somente 2,5%, a menor participação relativa, em quase quatro décadas, no PIB mundial. Para dimensionarmos o tamanho da queda, em 1980 o Brasil respondia por 4,4% da economia do planeta. De 1950 a 1980, a economia brasileira avançou, em média, 4,5% ao ano; por sua vez, entre 1980 e 2018, o crescimento anual médio foi de 0,9%.

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Cibele Schuelter
Consultora da Hoper Educação
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Está na missão de muitas instituições de ensino formar o profissional para o mercado de trabalho. Por isso, é dever das IES conhecerem os impactos que as novas tecnologias estão irrompendo sobre o trabalho.

Contratar o serviço de um programador, designer, redator, tradutor, financeiro, administrativo, ou jurídico nunca esteve tão fácil. E a facilidade nem passa perto das recentes reformas trabalhistas. É a tecnologia que está promovendo uma das formas mais perturbadoras de revolução na economia do trabalho.

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Gabriel Mario Rodrigues2

Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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“Descubra como as tendências atuais podem impactar a aprendizagem daqui a dez anos e considere maneiras de moldar o futuro para que as novas gerações de estudantes possam prosperar.” (KnowledgeWorks)

Tenho lembranças das férias que passava com minha madrinha em Santos. Lembro quando ela ia à Telefônica no Centro para ligar para o marido. Com toda a criançada (dois filhos e seus amigos), ela pegava o bonde 37 no Canal 1 e íamos todos esperar a sua vez de ser chamada para a ir cabine telefônica. Quando chovia, esperávamos às vezes mais de duas horas.

Em São Paulo só famílias ricas tinham telefone, as outras precisavam ir na venda de esquina, pegar o aparelho e soletrar o número para a telefonista fazer a ligação. Hoje o que era o telefone virou o “nosso” celular que todos sabem os multiusos que tem.

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