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Gabriel Mario Rodrigues2

Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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“À medida que a tecnologia se aperfeiçoava, aconteceram duas coisas. Primeiro, quando as facas de sílex evoluíram gradualmente para mísseis nucleares, ficou mais perigoso desestabilizar a ordem social. Segundo, à medida que pinturas rupestres gradualmente evoluíram para transmissões de televisão, ficou mais fácil iludir pessoas. No futuro próximo, algoritmos poderão completar esse processo, fazendo com que seja praticamente impossível que as pessoas observem a realidade por si mesmas. Serão os algoritmos que decidirão por nós quem somos e o que deveríamos saber sobre nós mesmos.” (Yuval Noah Harari)

A epígrafe do professor e escritor israelense Noah Harari diz tudo. Não deveríamos escrever nem mais uma palavra. Mas, como nosso papel aqui é provocar novas reflexões para juntos trabalharmos em soluções para o mundo, especialmente o que vem por aí, vamos aprofundar alguns temas recentes.

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Celso Niskier
Diretor presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES)
Reitor do Centro Universitário UniCarioca
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Estou emocionado. Não tenho vergonha de dizer o que sinto nesse momento tão importante da minha vida profissional, quando tomo posse na Cadeira 20 da Academia Brasileira de Educação (ABE), pois sou um educador, e não há educação sem emoção.

Ao longo da minha jornada, observei que alguns teóricos preferem entender a educação do ponto de vista meramente cognitivo, cerebral. Para eles, educar seria dotar a mente humana de conhecimentos que propiciam uma vida melhor e mais ilustrada. É o que eu chamaria de “modelo do balde”: enchemos de pedrinhas o cérebro do aluno, até que lá não caiba mais nada. Paulo Freire, de forma crítica, chamaria esse modelo de “educação bancária”: meros depósitos mentais, sem nenhum valor, a não ser sua utilidade prática. Mas se limitaria a isso a tarefa de educar? Em tempos de Inteligência Artificial, será que os algoritmos não farão esse papel?

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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É próprio da roda rodar. Impulsionada, roda, roda, até… até parar. Assim esta vida. Seminal, nasce, cresce, gira, gira… até parar. Para uns, em largos anos, e, na velhice, cabelos grisalhos, pele flácida, rosto enrugado. No seu íntimo, um sonho, um olhar distante, uma lembrança tenazmente guardada, a lembrança de sua juventude. É que, sem piedade, o tempo, qual fogo avassalador, engoliu outro fogo, agora de chamas apagadas: a mocidade. “Amor – chama, e, depois, fumaça”, de um Manuel que foi Bandeira. Bandeira agora arriada.

Cinzas semiapagadas, em borralho, obturam os poros, ao som de estalos desoladores, apagando as paixões, que não mais crepitam num campo, outrora de batalha, agora incendiado, impotente. O veneno do tempo, arma química denominada decrepitude, irreversível, em fase terminal, escorreu silenciosamente, infiltrou-se sorrateiramente, inoculou lentamente, contaminou, poluiu o regaço da vida.

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