Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Não sei se com algum ponto de intersecção, ou não, a pandemia do coronavírus me remete a Saramago, precisamente ao seu “Ensaio sobre a cegueira”. Consultando meus alfarrábios, notei que lera esse livro: SARAMAGO, José. Ensaio sobre a cegueira. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. 312 p. (jun./2002; fonte: empréstimo Dr. Felício Rodrigues, médico Fumec).

O romance versa sobre uma epidemia que acomete repentinamente uma cidade: uma “cegueira branca”, pastosa, como alguém que mergulhasse de olhos abertos num “mar de leite”. Alegoricamente, imagem em branco de uma sociedade que perde o senso do limite entre civilização e barbárie multifacetada.

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Camila Griguc
Jornalista e coordenadora de Comunicação da ABMES
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“A chave para uma boa decisão não é conhecimento. É entendimento. Nós estamos nadando no primeiro. E estamos desesperadamente em falta do segundo”
Malcolm Gladwell – Blink

Desde que o mundo foi surpreendido pela pandemia da Covid-19, novos modelos de trabalho foram implementados a toque de caixa. De repente, a rotina no escritório, as reuniões de brainstorm, encontros, eventos, cursos e datas comemorativas precisaram ser adaptados, ou até mesmo cancelados. Um caos.

No universo da comunicação, uma corrida desenfreada por produção de conteúdo foi rapidamente iniciada. Diversas empresas acreditaram que precisavam falar sobre tudo, entrando em temas que não são sua especialidade, sem estratégia, seguindo ondas para aparecer no mundo digital, que agora é, de fato, um espaço cada vez mais disputado por todos. Passados quase dois meses do “susto” inicial, proponho aqui uma reflexão: faz sentido apostar nesse tipo de comunicação?

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Carolina Gomes
BDM de edu na Lenovo BR
Especialista em tecnologias educacionais, formada em Letras e pós graduada pela UEL em Comunicação com o mercado
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Volte cem anos no tempo, entre em uma sala de aula e perceba que é exatamente a mesma que vemos hoje em qualquer escola, em qualquer parte do mundo, mesmo em países desenvolvidos. Aliás as grandes inovações na educação tendem a surgir de onde menos esperamos, isso mesmo, nações emergentes precisam ser criativas na hora criar uma forma de ensinar e aprender.

Prezamos e adotamos estrategicamente os conceitos de “aprendizagem independente”, o que desperta no aluno o espírito empreendedor e capacidade de iniciativa, através de dinâmicas que envolvam o uso dos nossos devices e softwares desenvolvidos especialmente para o mercado educacional.

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