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Paulo VadasPaulo Vadas
Editor educacional do jornal online Brazil Monitor
Professor, palestrante, escritor e consultor em educação para instituições de ensino superior no Brasil e nos EUA
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Ao debater Richard Nixon nas eleições de 1960, John F. Kennedy enfatizou que “não quero que os talentos de qualquer americano sejam desperdiçados”.

Em outros momentos de sua campanha, ele expressou que “as crianças não têm talentos iguais ou habilidades ou  motivações iguais, mas elas devem ter o mesmo direito de desenvolver seus talentos e suas habilidades e suas motivações, fazer algo de si mesmas.”

O que tem sido negligenciado pelas escolas e pela educação tradicional nas cinco décadas desde que as ideias de Kennedy foram proferidas, tem sido a noção de que um dos principais objetivos da educação formal é proporcionar um ambiente para as crianças desenvolverem seus diferenciais: seus talentos pessoais, naturais. .

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Gabriel Mario Rodrigues2

Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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Inteligência artificial (por vezes mencionada pela sigla em português IA ou pela sigla em inglês AI – artificial intelligence) é a inteligência similar à humana exibida por mecanismos ou software. Também é um campo de estudo acadêmico. Os principais pesquisadores e livros didáticos definem o campo como “o estudo e projeto de agentes inteligentes”, onde um agente inteligente é um sistema que percebe seu ambiente e toma atitudes que maximizam suas chances de sucesso. (Wikipedia)

Estava de plano dar sequência ao meu artigo anterior, publicado no Blog da ABMES – “O que acontecerá quando as máquinas fizerem tudo?” – quando recebo um vídeo do pastor e coaching Carlos Maia descrevendo as incríveis transformações dos últimos dez anos: a Netflix acabou com as locadoras; o Spotify, com as gravadoras; o Google, com as enciclopédias; o WhatsApp, com os operadores de telefonia; o Uber, com os taxistas; o Booking e a Trivago, complicando a vida das agências de turimo, e muitas outras que vocês podem ver no vídeo. Tudo devido à engenhosidade da inteligência humana, agora exponencialmente apoiada pela Inteligência Artificial (IA) e pelo intercâmbio de ideias globais. Leia mais »

 
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Janguiê Diniz
Diretor presidente da ABMES
Mestre e Doutor em Direito

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
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Há anos que a China vem se desenvolvendo a galope. Com altas taxas de crescimento (mesmo isso podendo ser um risco), o país mais populoso do mundo se mostra competitivo em diversos setores. Na área de tecnologia, os chineses se tornaram vanguardistas em inovação. Por lá, o número de startups cresce exponencialmente e o ecossistema já é muito maior, por exemplo, que o do Vale do Silício. O país já é líder mundial em startups financeiras (fintechs), educacionais (edtechs) e varejistas.

É da China, por exemplo, a atual startup mais valiosa do mundo: a Bytedance foi avaliada, em 2018, em US$ 75 bilhões, superando a Uber, que ficou na casa dos US$ 72 bi. Logo em seguida, na terceira colocação, mais uma chinesa, a Didi Chuxing, plataforma de transporte privado, com valor de mercado de US$ 56 bilhões. Para se ter uma ideia, enquanto, no Brasil, há apenas cinco startups unicórnios (as que passam o valor de US$ 1 bilhão: 99, PagSeguros, Nubank, Stone e iFood), a China já registra mais de 160 delas.

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