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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Abrir parênteses significa interromper para digredir. Uma digressão pode significar fugir ao assunto como pode valer mais que uma aula, quando atende a algo pertinente interposto no discurso. A gente aprende indagando. Não é raro o aluno deixar de perguntar por vergonha, fazendo de conta que já sabe, com receio do que vai dizer o professor ou vão dizer os colegas. Preferível errar na sala de aula, que é o espaço previsível, que errar depois, no exercício da profissão.

Os parênteses desviam o foco para nele intercalar-se um comentário. Aliás, entre parênteses, na vida às vezes não dá para fazer comentários; em vez de dizer palavras, só silêncio, entrelinhas, reticências e muita exclamação.

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Mauricio Henrique Beccker1
Juliana Olinda Martins Pequeno2
Júlio Cesar de Sousa Mrad³
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A discussão sobre a garantia do aprendizado significativo tornou-se latente nos últimos anos, impulsionada especialmente pela célere evolução das tecnologias digitais. Tal evolução tem impactado fortemente no mercado de trabalho, resultando na exigência de profissionais cada vez mais preparados para ambientes em que habilidades técnicas podem facilmente ser automatizadas e que deixam de ser o requisito principal para a inserção de profissionais no ambiente de labor.

Neste novo cenário, a importância do desenvolvimento de ambientes capazes de propiciar aprendizagem significativa, estimulante, agradável e eficiente do ponto de vista da construção de novos saberes, da apropriação de teorias e do desenvolvimento de práticas aos mais variados estilos de aprendizagem, torna-se imperativo às instituições de educação superior.

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Ronaldo Mota
Diretor Científico da Digital Pages e membro da Academia Brasileira de Educação
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Não há uma definição simples para metacognição. O prefixo grego “meta” induz que metacognição deva ir além da cognição ou tratar-se de reflexão sobre ela. Cognição, por sua vez, está associada, de maneira simplificada, ao processo de aquisição de conhecimento, baseado em um conjunto de habilidades mentais, entre elas, a memória.

Talvez pelo aspecto transcendente à cognição, muitos assumam que metacognição é coisa exclusivamente de adulto, gente madura e preparada. Porém, a máxima relevância educacional da metacognição é, surpreendentemente, para crianças e jovens.

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