Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Em 325, o imperador romano Constantino reuniu bispos na cidade de Niceia da Bitínia, atual Iznik, Turquia. Nesse primeiro Concílio de Niceia acordou-se que a Páscoa cristã fosse celebrada no domingo em seguida à lua cheia, 14 de Nissan, primeiro mês do calendário judaico religioso, depois do equinócio da Primavera. Equinócio, “aequi nox”, noite igual, é o ponto da órbita da Terra em que se registra igual duração do dia e da noite, o que ocorre nos dias 21 de março e 23 de setembro, início do outono e da primavera, respectivamente. O carnaval começa 43 dias antes.

Nissan recai entre os meses de março e abril nos calendários juliano e gregoriano. O calendário juliano é resultante da reforma do calendário romano introduzida por Júlio César no ano 46 a. C. Nesse calendário, em cada quatro anos há um ano bissexto, de 366 dias. O calendário gregoriano, por sua vez, é resultante da reforma do calendário juliano introduzida pelo Papa Gregório XIII, no século XVI. É adotado, no mundo inteiro, para demarcar o ano civil. Além desses, há os calendários islâmico, maia, chinês, solar.

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Claudia Saad
Coordenadora pedagógica do Sistema Positivo de Ensino
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No trabalho junto às escolas, em contatos com professores, bem como em cursos e palestras que ouvi ou ministrei, tornei-me extremamente observadora. Deparo-me, volta e meia, com situações que me fazem refletir em como o processo de mudança traz consigo a resistência. Mudar mexe com nossas crenças, nos desacomoda e incomoda. Tendemos a deixar para depois, talvez, pela dor que ela nos causa.

Como é difícil mudar a forma com a qual trabalhamos! Aliás, mudar é doloroso em qualquer campo da nossa vida. Peter Senge (1990) define a metanoia como a profunda mudança de mentalidade. Para ele, uma organização ou pessoa que aprende está continuamente expandindo sua capacidade de criar seu futuro.
Nos últimos tempos, temos lido e ouvido falar de assuntos que chegaram como grandes novidades que ajudarão a fazer as mudanças necessárias no campo da Educação. Stem, BNCC, Novo Ensino Médio, cultura maker, escola criativa, entre outros. Muitos nomes e conceitos diferentes do que estávamos acostumados a ouvir em nosso cotidiano de sala de aula ou mesmo como gestores de escolas. E aí, como funcionam todas e tantas mudanças para administrarmos? De onde partimos, como começamos a pensar nessas mudanças?

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Eduardo de Assis Brasil Rocha
Advogado e professor universitário
Diretor Geral da Faculdade de Direito de Santa Maria (FADISMA)
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Como já apontei aqui, sou leitor e associado ativo da ABMES. Enquanto autor, no blog, já falei sobre a educação a distância, ou melhor, de uma educação sem distância, modelo que não só passei a acreditar, como a confiar, apostar, a despeito da mediação tecnológica. Porque é possível sim, e podemos ter, muito afeto e contato além das fronteiras da presença física, naquilo que ainda é chamado de modalidade, quando deveria ser de oportunidade.

E, sendo esse leitor e membro ativo como comentei, me vi frente ao cenário vivenciado, na obrigação de, enquanto também gestor educacional, encorajado por outras experiências e, sobretudo, compartilhando de outros anseios e constatações aqui postadas, de igualmente manifestar-me.

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