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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Conde Afonso Celso, publicou, em 1900, o livro Por que Me Ufano do meu País. Popularizou-se o termo ufanismo, atitude, posição ou sentimento dos que, influenciados pelo potencial das riquezas brasileiras, pelas belezas naturais do País, além de outros motivos, dele se vangloriam desmedidamente. Falar nesse ufanismo, hoje em dia, parece totalmente fora de moda.

Etimologicamente, nação (nacionalidade) designa o lugar de nascimento. País ou pátria, “terra patrum”, é o território dos pais, dos antepassados, terra-mãe: “Patriae nomen dulce est” (Cícero): o nome da pátria é doce. “Dulce et decorum est pro patria mori” (Horácio): é doce e honroso morrer pela pátria. Definir o que seja nação é um desafio. “Definitio periculosa”, difícil, desafiante. Trata-se de um conceito complexo, que envolve um feixe de variáveis.

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Aberto Costa
Senior Assessment Manager de Cambridge Assessment English, departamento da Universidade de Cambridge especializado em certificação internacional de língua inglesa e preparo de professores
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Nos meus dois artigos anteriores produzidos para a ABMES falei a respeito dos primeiros passos para a internacionalização da educação superior e também a respeito dos cases de fora do Brasil e quais lições poderíamos tirar a partir deles (os materiais estão disponíveis aqui e aqui). Agora é chegado o momento de voltarmos o olhar para nós e de falar a respeito do nosso país e das iniciativas que mais se destacam localmente nesse contexto.

Apesar de ser um movimento que cresce a passos lentos, o Brasil já tem alguns bons exemplos de processos bem sucedidos de internacionalização em suas universidades. Um estudo feito pelo British Council em 2018 apontou que, das 84 universidades entrevistadas, 86% delas declarou uma oferta existente de cursos, programas ou atividades adicionais oferecidas em inglês ou ao menos um plano claro de implementação para o segundo semestre de 2018 ou primeiro semestre de 2019. Esses dados mostram um crescimento expressivo ao ser comparado com os resultados de 2016, quando apenas 50% das instituições ouvidas para o mesmo levantamento indicaram ter qualquer tipo de oferta relacionada à internacionalização.

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Ernandes Rodrigues do Nascimento[1]
Karla Karina de Oliveira[2]
Luciana Correia Barbosa[3]
Thyago Douglas Mendes de Almeida[4]
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Nas últimas décadas, as tecnologias digitais de informação e comunicação (TDIC) evoluíram o suficiente para criar uma ruptura social, política, cultural, econômica, etc. Os recursos digitais se tornaram mais potentes e menores em tamanhos, tais como os smartphones; a internet se tornou móvel e de alta velocidade; os jogos eletrônicos se reinventaram; a produção de imagens e vídeos deixou de ser apenas um produto de profissionais e virou uma atividade rotineira da população.

Essas mudanças impactaram em todas as áreas profissionais, inclusive na educação. A maneira de se estudar e aprender mudou, como já dizia Paulo Freire (1974), o aluno não é um ser passivo, mas construtor da sua própria aprendizagem, precisando tão somente de incentivo para desenvolver a sua autonomia. Ao mesmo tempo, Freire (1974) também descreve o papel do professor, o qual deixa de ser o detentor do conhecimento e se torna um guia, um tutor, o qual orientará o estudante em sua jornada.

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