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Maria Carmen Tavares Christóvão
Atua e colabora com a Pro Innovare
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O Slow Food é uma organização global de base, criada na Itália em 1989 com o objetivo de disseminar a cultura do prazer gastronômico e um lento ritmo de vida.

Até a pandemia eram raros os profissionais que reservavam parte do seu tempo para desenvolver a “atitude sem pressa”. A ideia do ócio criativo nunca foi disseminada dentro das organizações.

A base do movimento está no questionamento da pressa e da loucura gerada pela globalização, pelo apelo à quantidade do ter em contraposição à qualidade de vida.

É com satisfação que trago essa reflexão no momento exato em que estamos em isolamento social. Tenho obtido o reconhecimento de leitores por todo o país, que mensalmente efetuam trocas de conhecimentos com a leitura dos nossos textos. Nosso sonho maior nesse blog é compartilhar com cada um novas conquistas e reflexões, fruto do esforço de pesquisadores e colaboradores, que tem abraçado esta causa, pessoalmente. Construir e trocar ideias com uma grande rede de relacionamentos é uma convivência, no mínimo, interessante.

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Maurício Costa Romão
Ph.D. em economia pela Universidade de Illinois, nos Estados Unidos
mauricio-romao@uol.com.br
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A transição do modelo tradicional de ensino “transmissor de conteúdos” em sala de aula, cujo protagonismo é do professor, para o modelo contemporâneo de aprendizado colaborativo-interativo de metodologias ativas, centrado no educando, ainda está em andamento em distintos níveis educacionais e com diferentes estágios de adoção.

O inesperado advento da pandemia do covid-19 sacudiu esse percorrer e projetou novos desafios diante do isolamento social.

A escola enquanto espaço físico para propósitos educacionais, outrora ambiente exclusivo de aprendizagem, vê-se de repente compelida a intensificar a incorporação do espaço virtual como extensão de sua atividade nuclear.

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Janguiê Diniz
Vice-presidente da ABMES
Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
Presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo
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Quando as empresas tiveram que parar suas atividades presenciais, por conta da propagação do novo coronavírus, uma grande dúvida pairava no ar: como manter os empreendimentos atuantes, sem poder reunir as equipes? A saída foi o trabalho remoto, ou home office, que se tornou uma necessidade e começa a se mostrar uma nova alternativa permanente daqui para a frente. Nesse cenário de distanciamento, o papel do líder ganhou ainda mais importância, pois é ele o responsável por controlar a equipe, mantê-la unida e motivada, mesmo sem o contato físico. É preciso saber lidar com diversos fatores.
Um levantamento da consultoria Cushman & Wakefield, que entrevistou líderes de multinacionais instaladas no Brasil, mostrou que o home office deve passar a ser adotado como modalidade definitiva para 73,8% dos entrevistados. Uma prática que veio para ficar. Cabe, portanto, ao líder/gestor a responsabilidade de se capacitar e preparar para esse contexto. Creio que o mais importante, nesse momento, é que o bom líder saiba manter a equipe motivada e focada nas metas e nos objetivos. É preciso um trabalho permanente de acompanhamento de perto de todas as atividades desenvolvidas e das entregas realizadas. Trabalhar a distância pode dar a impressão de “moleza” e relaxamento, mas isso não pode acontecer. O gestor atento pode identificar os colaboradores que apresentam desempenho abaixo do esperado e prestar mais atenção neles.

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