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Gabriel Mario Rodrigues2

Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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“Es importante que la educación cambie y se adapte como respuesta a las transformaciones que está experimentando la sociedade global. En ocasiones, llevada por la idea de que debía transitar por otros caminhos, la educación se há mantenido al margen de la sociedade. Sin embargo, resulta de gran transcendência tener uma educación que sea capaz de adaptarse y responder a las necessidades del conjunto de la sociedade.” [Alfons Cornella]

O coronavírus está impactando a sociedade pela ameaça mortal que faz aos moradores do planeta. Surge uma nova realidade com a qual precisaremos aprender a conviver e também entender melhor como funcionam os sistemas de informações em um mundo interconectado e desorientado, onde cada um pode dar a sua versão aos fatos como bem entender.

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Celso Niskier
Diretor presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES)
Reitor do Centro Universitário UniCarioca
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As duas últimas semanas têm sido carregadas de tensão. Com o avanço da pandemia mundial do novo coronavírus, todo o noticiário tem-se voltado para as precauções necessárias nesse momento tão crítico da nossa história.

Com a iminência das restrições de movimentação, provocadas pela recomendação oficial de distanciamento social, muitas pessoas se veem confinadas às suas residências, durante um prazo ainda incerto.

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Celebram-se casamentos. Quando tudo está começando. Com mais razão, celebrem-se aniversários de casamento: 25, 50 anos. Metais preciosos: prata, ouro. Metas auspiciosas, argênteas, aureoladas, acrisoladas. Tim-tim!

Para Camões, “Que dias há que n’alma me tem posto / Um não sei quê, que nasce não sei onde, / Vem não sei como, e dói não sei porquê. “Tenho seis criados honestos, que me ensinaram tudo o que eu sei: o quê, por quê, quando, como, onde e quem”. Isso diz o poeta Rudyard Kipling, nascido na Índia mas britânico de nacionalidade. Prêmio Nobel de Literatura (1907). No caso do amor, para que se atinjam os 50 anos de casados, haja atenção especial para o criado “Quando”. Na verdade, os outros itens podem variar, são circunstanciais, como onde morar, por que se mudou, o que vai fazer, etc. Entrementes, permanece o amor. Pois, com relação ao “quando” amar, lá diz uma canção italiana: “Ti amo per sempre”. Um grande amor não vai morrer assim, canta Roberto Carlos.

Se alguém perguntar qual o segredo, na prática, dessa longevidade da união, diria três palavras: tolerância, tolerância, tolerância. Mata-se a troco de nada. O substantivo feminicídio tornou-se de uso comum e recorrente na mídia. O mundo está contaminado pelo vírus da intolerância e pela banalidade do mal. Paradoxo rimar amor com tolerância? Mas é justamente o amor, no dizer de S. Paulo, que tudo releva. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera. “Nem sempre o sol brilha, também há dias em que a chuva cai.”

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