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Celso Niskier
Diretor presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES)
Reitor do Centro Universitário UniCarioca
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Como sintetiza o dito popular, “já caiu em boca de Matilde” que o Brasil possui a maior carga tributária do globo. Todos os anos, o brasileiro trabalha meses apenas para pagar impostos. Em 2019, esse período foi encerrado em 2 de junho. Foram 153 dias de trabalho somente para arcar com todos os tributos que pesam sobre seus rendimentos, bens e consumo.

IPVA, IPTU, IRPF são algumas das siglas que integram a suculenta sopa de letrinhas em que consiste o nosso sistema tributário. Talvez sejam as mais populares, por serem aquelas com as quais todo cidadão se depara ao menos uma vez por ano. Acontece que o complexo sistema brasileiro é composto de muitas outras letras repletas de significados, e cifras, como PIS, Cofins, IOF, CSLL, ISS, ICMS, IPI, ITR e diversas outras que compõem a quase infindável lista de impostos do país.

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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“O dom supremo da palavra se metamorfoseou numa infinidade de estrelas ou asteriscos simbólicos e significantes.” Oral ou escrita, a palavra é sombra do pensamento, expressão de faculdade própria do homem. A linguagem, sobretudo a convencional, distingue, fundamentalmente, um bando de animais de um grupo social. Verdade é que os irracionais chegam, também, a emitir sons harmoniosos, como ”as aves que aqui gorjeiam”, mas nunca os coordenam e articulam. Os animais têm, sim, uma linguagem natural, pois que não é privativa do homem. O cão uiva para demonstrar tristeza, porém sem aquele algo mais do ser humano… Vozes cujo timbre também é único, individual, intransferível, como branca, de crianças; soprano, contralto, tenor, barítono.

Dentre outras vozes, as aves cantam, trilam, trinam; o beija-flor trissa, os bovinos berram, mugem; o burro zurra, a cabra bale, a calhandra grinfa, o camelo blatera, o cão late, ladra; o cachorrinho gane, o cavalo relincha, a cegonha glotera, o cisne arensa, o corvo crocita, a coruja grazina, a ema suspira, a galinha cacareja, o galo canta, o gato mia, o grilo cricrila, a hiena gargalha, o leão ruge, o lobo uiva, o macaco grita, o morcego trissa, a mosca zumbe, a ovelha bale, a paca assobia, o papagaio fala repetindo o que ouve; o pato gracita, o pavão pupila, o peixe ronca, o peru gruguleja, o pombo e a rolinha arrulham, o porco grunhe, a raposa regouga, o rato guincha, a rola turturina, o tatu choraminga, o tigre rosna, a vaca muge.

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Milena Kendrick Fiuza
Gerente pedagógica do Sistema Positivo de Ensino
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As férias escolares são um convite para diversão em família – ou apenas o período em que os pais precisam encontrar outras formas de organizar a vida dos filhos, sem a salvação diária chamada escola. Com as crianças em casa, é necessário pensar em segurança, uma vez que elas, assim como idosos, estão mais suscetíveis a sofrer acidentes.
Os principais fatores do acidente doméstico estão no próprio ambiente – e é justamente onde a família julga ser o lugar mais seguro que existem diversos objetos que representam potenciais riscos para as crianças.

Segundo dados do Ministério da Saúde, em época de férias, há um aumento de 25% nos acidentes domésticos, em relação ao restante do ano. Por isso, a atenção dos pais ou responsáveis com as crianças precisa ser ampliada. Como ficam mais em casa, com tempo ocioso, mais vulneráveis elas se tornam às armadilhas que uma casa pode abrigar.

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