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Valmor BolanValmor Bolan
Professor da Unisa e ex-Reitor

Doutor em Sociologia e especialista em Gestão Universitária pela Organização Universitária Interamericana (OUI), sediada em Montreal, Canadá
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As redes sociais abriram espaço para todas as opiniões, pois todos tem opinião sobre tudo, e ainda mais no YouYube, a febre agora é gravar vídeos para dar opiniões diárias sobre todos os acontecimentos. E muitas vezes o que vira é aquela “fofocagem desgraçada”, mencionada pelo ex-ministro Santos Cruz. Todos se tornaram especialistas dos temas mais controversos, e no afã de buscar visualizações, todos pedem para dar joinha, clicar em notificações, etc., buscando fama rápida e até monetização. E então pululam, aqui e ali, opiniões de toda sorte, que acabam espalhando rapidamente por todo o mundo, informações que nem sempre condizem com a realidade dos fatos, muitas vezes fake news ou mesmo dados apressados e descontextualizados, que as pessoas acabam compartilhando sem checa-los.

E é assim que as informações têm sido disseminadas pela internet, alcançando pessoas de todas as idades. Todos querem ser influenciadores digitais, e poucos são aqueles que dizem não ter conhecimento suficiente de determinado assunto para opinar, e dão a sua opinião, o que acham disso e daquilo, e assim tem sido nos nossos dias. Qual o efeito disso, a médio e longo prazo? Não sabemos.

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Janguiê Diniz
Vice-presidente da ABMES
Mestre e Doutor em Direito

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
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Orçamento, custo, prazo de conclusão. Essas são informações que nós vemos nas placas de todas as obras públicas no Brasil. O resultado, porém, não se encontra. A Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon) realizou levantamento e constatou que, de 2009 para cá, existem 2.555 grandes obras paradas no país. O que mais preocupa é que o setor mais afetado por essa paralisia é o da educação, com 21,3% do total e mais de 540 iniciativas não concluídas.

É preciso ressaltar que o estudo da Atricon levou em consideração apenas as obras orçadas em mais de R$ 1,5 milhão, o que leva a crer que o número seria ainda maior quando juntadas as construções menores, como pequenas creches. A maior parte dos problemas na educação diz respeito ao Programa Nacional de Reestruturação e Aquisição de Equipamentos para a Rede Escolar Pública de Educação Infantil (Proinfância), que desde 2007 apoia os municípios na construção de creches e pré-escolas. Já foram destinados mais de R$ 6 bilhões para esse programa, como o objetivo de construir oito mil creches, mas apenas metade está em funcionamento. O Ministério da Educação diz que pretende reestruturar o Proinfância para concluir as quatro mil creches restantes até 2022.

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Gabriel Mario Rodrigues2

Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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“Estamos a bordo de uma revolução tecnológica que transformará fundamentalmente a forma como vivemos, trabalhamos e nos relacionamos. Em sua escala, alcance e complexidade, a transformação será diferente de qualquer coisa que o ser humano tenha experimentado antes.” (Klaus Schwab[1])

Alguns amigos dizem que exagero quando expresso as transformações educacionais que o momento exige das instituições de educação para oferecerem aprendizado compatível com a nova realidade do mundo do trabalho. O que penso realmente é como o ensino pode ser enormemente aprimorado com as novas tecnologias. Porque as evidências mostram como, a cada momento, há avanços na prestação de serviços em todas as áreas. Até no inimaginável aplicativo apresentado pelo Estadão para os pais agirem quando os bebês fizerem suas necessidades fisiológicas (saiba mais).

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