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Gabriel Mario Rodrigues2

Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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“A educação deve produzir mais do que indivíduos que consigam ler, escrever e contar. Ela deve empoderar cidadãos globais, que consigam enfrentar os desafios do século 21”. (Ban-Ki- Moon, Word of Education Forum, Incheon, Unesco, 2015)

 No livro os “Robôs e o futuro do emprego”, o autor Martin Ford relembra o último   sermão de Martin Luther King Jr, na Catedral Nacional de Washington, em 31 de março de 1968, cinco dias antes de ser assassinado. Falando dos tempos difíceis, Luther King Jr cita a “tríplice revolução”, destaque do relatório do químico Linus Pauling e do economista Gunnar Myrdal, ambos Prêmios Nobel, que versava sobre os problemas da época, salientava o movimento dos Direitos Civis, a causa pela qual lutava, a ameaça da guerra nuclear e a automação.

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Celso Niskier
Diretor presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES)
Reitor do Centro Universitário UniCarioca
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No Brasil das desigualdades e contradições, quase 40% dos professores que lecionam nos anos finais do ensino fundamental (do 6º ao 9º ano) e 30% daqueles que atuam no ensino médio não possuem a formação adequada para a disciplina que ensinam. Os dados fazem parte do Anuário Brasileiro da Educação Básica 2019, divulgado na última semana pelo Todos Pela Educação em parceria com a Editora Moderna.

Entre as justificativas para esse cenário estão, nitidamente, aquelas que refletem a desvalorização do docente brasileiro, como os baixos salários e dificuldade de progressão na carreira. Entretanto, o Todos Pela Educação indica outro elemento determinante para esse desempenho: o conteúdo excessivamente teórico na formação inicial.

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Não sou dado a polemizar. Nesse sentido, prefiro dar um boi para não entrar em briga e uma boiada para sair. Sou partidário do pior acordo à melhor demanda. Um traço de personalidade? Sei lá se eu sei! Pode ser. Aliás, pelo que me consta, até a etimologia de polêmica, do grego, tem a ver com “arte da guerra”. Em qualquer situação tenho comigo que o viés polêmico é um terreno propenso ao unilateralismo, a radicalizações, a simplificações grosseiras; às vias de fato, em alguns casos de discussão mais acirrada. E isso acontece no campo filosófico, político, financeiro, educacional, religioso, bíblico, futebolístico, enfim em toda área que comporte igualmente um viés ideológico ou de interesse próprio.

Distingo polêmica de diálogo. Mesmo porque ninguém é dono da verdade. Se se trata de opinião, opinião é opinião. Esse estado da mente difere da certeza, do tipo: o fogo queima. Se dúvida, bota a mão no fogo. Não conheço ninguém que não precise consultar o Dr. Google, mesmo assim tendo que fazer uma consulta seletiva no tocante à imparcialidade das fontes, pois nem sempre confiáveis. Um intelectual polemizava com um matuto. Lá pelas tantas, considerando o interlocutor de cabeça dura, disse: Cara, quem é você para discutir comigo? Eu estudei em três grandes universidades. O matuto, depois de coçar a barba e soltar uma baforada, retruca “ad hominem”: Me desculpe, sinhô dotô, mas nois aqui, na roça, também tem um burro que mamou em treis égua e nunca deixou de ser burro mode essa situação…

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