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Claudio Sassaki
Cofundador da Geekie 
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A escola tem sentido o peso do tempo. Como resposta, o mercado educacional global tem apontado a inteligência artificial como tecnologia-chave para dar uma resposta célere à demanda por inovação. Nesse processo a inteligência artificial ocupa o primeiro plano, sobretudo ao ser associada a um instrumento essencial para colocar a tecnologia a serviço dos alunos. Sinto, mas terei que desmistificar essa ideia que envolve tecnologia e educação.

A limitada visão de um ensino autoguiado e controlador de alunos via dados merece ser desconstruída para dar espaço para uma análise mais ampla, real e criteriosa da questão. Um dos primeiros pontos para avançarmos rumo à essa nova escola passa por ressignificar a relação entre tecnologia e comunidade escolar. Os dados nas mãos dos alunos, professores, gestores e família são responsáveis por um salto qualitativo no processo de aprendizagem do estudante. Longe da noção errônea de fornecer informações para controlar o aluno, dados gerados por learning analytics – abordagem de análise que mede o processo de aprendizagem – trazem transparência e diálogo ao ambiente escolar, contribuindo para um processo educacional de construção coletiva e colaboração contínua. Não me refiro aos números puros de desempenho nas provas; estou falando de dados que trazem evidências de aprendizado para avaliações de novas competências – inclusive, as demandadas pela nova Base Nacional Comum Curricular (BNCC). É o que classifico como educação para além do vestibular.

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Paulo VadasPaulo Vadas
Editor educacional do jornal online Brazil Monitor
Professor, palestrante, escritor e consultor em educação para instituições de ensino superior no Brasil e nos EUA
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Ao debater Richard Nixon nas eleições de 1960, John F. Kennedy enfatizou que “não quero que os talentos de qualquer americano sejam desperdiçados”.

Em outros momentos de sua campanha, ele expressou que “as crianças não têm talentos iguais ou habilidades ou  motivações iguais, mas elas devem ter o mesmo direito de desenvolver seus talentos e suas habilidades e suas motivações, fazer algo de si mesmas.”

O que tem sido negligenciado pelas escolas e pela educação tradicional nas cinco décadas desde que as ideias de Kennedy foram proferidas, tem sido a noção de que um dos principais objetivos da educação formal é proporcionar um ambiente para as crianças desenvolverem seus diferenciais: seus talentos pessoais, naturais. .

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Gabriel Mario Rodrigues2

Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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Inteligência artificial (por vezes mencionada pela sigla em português IA ou pela sigla em inglês AI – artificial intelligence) é a inteligência similar à humana exibida por mecanismos ou software. Também é um campo de estudo acadêmico. Os principais pesquisadores e livros didáticos definem o campo como “o estudo e projeto de agentes inteligentes”, onde um agente inteligente é um sistema que percebe seu ambiente e toma atitudes que maximizam suas chances de sucesso. (Wikipedia)

Estava de plano dar sequência ao meu artigo anterior, publicado no Blog da ABMES – “O que acontecerá quando as máquinas fizerem tudo?” – quando recebo um vídeo do pastor e coaching Carlos Maia descrevendo as incríveis transformações dos últimos dez anos: a Netflix acabou com as locadoras; o Spotify, com as gravadoras; o Google, com as enciclopédias; o WhatsApp, com os operadores de telefonia; o Uber, com os taxistas; o Booking e a Trivago, complicando a vida das agências de turimo, e muitas outras que vocês podem ver no vídeo. Tudo devido à engenhosidade da inteligência humana, agora exponencialmente apoiada pela Inteligência Artificial (IA) e pelo intercâmbio de ideias globais. Leia mais »

 
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