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Gabriel Mario Rodrigues2

Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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“Daqui a trinta anos os grandes campi universitários serão relíquias. As universidades não vão sobreviver. Trata-se de uma mudança tão importante quanto a introdução do livro impresso” (Peter Drucker)

No mundo do pós-tudo, Peter Drucker, educador e “pai” da administração moderna, alertava para a era da pós-educação que já começava a delinear-se há algum tempo, colocando em xeque o modelo educacional e institucional que tem se mantido quase inalterado nos últimos 200 anos.

Tenho dito com certa insistência em meus artigos que nossos jovens estão estudando para negócios que não existirão mais nos próximos anos. Recebi dias desses, pelo WhatsApp, uma radiografa das novidades e a celeridade com que elas atropelam as velhas estruturas. Sintetizo o conteúdo: o Spotify faliu as gravadoras; a Netflix, as locadoras; a Google, a Listel, as Páginas Amarelas e as enciclopédias; a OLX, os classificados; o smartphone, as revelações fotográficas.

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Janguiê Diniz
Diretor presidente da ABMES
Mestre e Doutor em Direito

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
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Muito se fala, hoje, da necessidade de inovar. Empresas são cobradas a serem diferentes. Dos funcionários, é exigido “pensar fora da caixa”. E nada disso é injusto, diga-se a verdade. É realmente preciso que se crie novas soluções, produtos e serviços. O problema é que os profissionais do mercado de trabalho atual – e os que estão para entrar nele – ainda não estão preparados como deveriam para essa nova realidade. Ainda não há, no Brasil, uma cultura de estímulo à inovação estruturada desde a infância, por exemplo.

Para termos profissionais com pensamento realmente disruptivo, é necessário nutri-los muito antes da entrada no mercado de trabalho ou mesmo no Ensino Superior. Essa é uma prática que deve vir da Educação Básica. Até antes disso: de casa. Pais podem e devem estimular seus filhos, desde a mais precoce idade, a pensar diferente, encontrar novas formas de resolverem tarefas, mesmo que simples. Esse incentivo vai condicionando o cérebro da criança, que poderá se tornar, mais tarde, um adulto com raciocínio mais inovador.

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Cena bíblica. Profecia de Jeremias. Ouve-se, em Ramá: uma voz, lamentos, soluços. É Raquel que chora os filhos, recusando ser consolada. Raquel, nome hebraico, significa Mansa, como a ovelha. Personifica tantas raquéis, tantos parentes e amigos que choram em decorrência do soterramento devorador que escorreu, profundo, da represa da Mina do Feijão, em 25 de janeiro de 2019. Brumadinho, diminutivo de Brumado, quer dizer sujeito a brumas. Figuradamente, situação nebulosa, difícil de compreender.

Cenário devastado, devassado, tornado terra de ninguém. Lama atingindo metros de profundidade. Aeronaves sobrevoando a região com o objetivo de recolher sobreviventes, corpos, animais. Militares brasileiros e de Israel, polícia militar, polícia civil, bombeiros de Minas e de outros Estados. Destaque especial para cães farejadores e bombeiros rastejadores. Esses ofídios humanos rastejam sobre a lama, ampliando, assim, a área de atrito e minimizando o risco de atolar. Com estacas demarcam locais de busca. E ainda houve gente que, confortavelmente instalada, criticasse o trabalho das equipes técnicas ou fizesse gozação infeliz, e de mau gosto, nas redes sociais.

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