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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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De autoria de Ítalo Calvino, no romance As Cidades Invisíveis (Le città invisibili) o navegador Marco Polo descreve sua fantástica viagem por cidades invisíveis. A propósito de cidades invisíveis, quando as chuvas caem copiosas, nossas metrópoles ficam inundadas. Cidades não litorâneas, como São Paulo e Belo Horizonte, se mostram, então, mais vulneráveis a verdadeiras catástrofes.

Cenas de emocionar, na TV, se repetem praticamente todo ano: carros arrastados pelas águas, casas construídas em zonas de risco desabando, pessoas sendo salvas pelo corpo de bombeiros, pessoal da defesa civil e voluntários, gente se arriscando em viaturas, ônibus, motos, utilitários enfim, nessas horas de pouca utilidade. Balanço final: mortes, pessoas feridas, traumatizadas, gente apenas com a roupa do corpo.

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Wanda Camargo
Assessora da presidência e coordenadora de projetos culturais do UniBrasil Centro Universitário
Pesquisadora de teorias da aprendizagem

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Muitas vezes no ambiente escolar fica bastante difícil reconhecer nas crianças muito quietas aquelas apenas sonhadoras, ensimesmadas por algo que uma grande escritora chama de “sintoma de poesia”, ou seja, a semente de alguém que olha o mundo com curiosidade, tem profundo interesse pela leitura – o que depende de ter acesso a uma biblioteca ou acervo doméstico de seus pais ou parentes – e que manterá ao longo da vida o hábito de pensar antes de falar, uma discrição inerente à sua personalidade, e que provavelmente será canalizada para a música, a pintura ou a escrita, um trabalho mais criativo com as mãos, um jeito inovador de usar o conhecimento.

De forma geral, procuramos “incluir” estes educandos, mesmo contra suas vontades, para a convivência e o trabalho em grupo, pois sabemos que este é um valor para nossa sociedade atual, fazer parte de uma equipe tem valor no mundo do trabalho, e o sistema educacional tem, entre suas várias outras funções, preparar desde muito cedo um futuro profissional.

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Ronaldo Mota
Membro do Colegiado da Presidência da ABMES
Consultor Educacional
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Entender os educandos como parceiros e cocriadores de um processo complexo, e não como clientes ou consumidores simples, vai muito além de uma questão comercial, ética ou moral. Trata-se, essencialmente, de uma questão educacional. A partir de como enxergamos nossos alunos, devemos estabelecer, em coerência com o mundo contemporâneo, as adequadas abordagens e metodologias.

Houve um período, no passado próximo, onde a escola poderia ser vista, resumidamente, como espaço de transferência de informação ou de conhecimento. Ao professor cabia a tarefa fundamental, ainda que não exclusiva, de repassar aos aprendizes um conjunto de conteúdos, alguns procedimentos padrão e certas técnicas bem definidas. Findas as tarefas, o estudante, caso provasse domínio adequado, estaria aprovado e a instituição educacional chancelava cada etapa do processo, via um diploma ou um certificado.

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