Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Celebram-se casamentos. Quando tudo está começando. Com mais razão, celebrem-se aniversários de casamento: 25, 50 anos. Metais preciosos: prata, ouro. Metas auspiciosas, argênteas, aureoladas, acrisoladas. Tim-tim!

Para Camões, “Que dias há que n’alma me tem posto / Um não sei quê, que nasce não sei onde, / Vem não sei como, e dói não sei porquê. “Tenho seis criados honestos, que me ensinaram tudo o que eu sei: o quê, por quê, quando, como, onde e quem”. Isso diz o poeta Rudyard Kipling, nascido na Índia mas britânico de nacionalidade. Prêmio Nobel de Literatura (1907). No caso do amor, para que se atinjam os 50 anos de casados, haja atenção especial para o criado “Quando”. Na verdade, os outros itens podem variar, são circunstanciais, como onde morar, por que se mudou, o que vai fazer, etc. Entrementes, permanece o amor. Pois, com relação ao “quando” amar, lá diz uma canção italiana: “Ti amo per sempre”. Um grande amor não vai morrer assim, canta Roberto Carlos.

Se alguém perguntar qual o segredo, na prática, dessa longevidade da união, diria três palavras: tolerância, tolerância, tolerância. Mata-se a troco de nada. O substantivo feminicídio tornou-se de uso comum e recorrente na mídia. O mundo está contaminado pelo vírus da intolerância e pela banalidade do mal. Paradoxo rimar amor com tolerância? Mas é justamente o amor, no dizer de S. Paulo, que tudo releva. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera. “Nem sempre o sol brilha, também há dias em que a chuva cai.”

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Cibele Schuelter
Consultora da Hoper Educação
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A repercussão sem precedentes da pandemia do Coronavírus trouxe uma emergência de posicionamento e decisões institucionais que os gestores das IES não pensavam que um dia precisariam tomar.

Os novos tempos têm trazido desafios impossíveis de prever. Mais do que isso, estão segmentando instituições de ensino em dois grupos: as que possuem a competência de lidar com situações adversas com a calma, celeridade, responsabilidade e estratégias criativas que o momento exige; e as que simplesmente não conseguem se posicionar, agir ou comunicarem-se adequadamente.

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Janguiê Diniz
Vice-presidente da ABMES
Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
Presidente do Instituto Êxito

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Quantas vezes você já desistiu de fazer algo simplesmente porque sentiu medo? Travar completamente diante dos desafios da vida pode ser uma ação automática, mas já adianto: isso não costuma trazer muitos benefícios. Afinal, quando você trava, não avança e acaba permanecendo sempre no mesmo lugar, com um poço de dúvidas. O medo é um sentimento que vai acompanhar você durante toda a sua vida. Então, se parar para pensar, é melhor tê-lo como aliado do que como inimigo.

Este mesmo sentimento funciona, muitas vezes, como um bloqueador e, por causa disso, as pessoas passam a associá-lo a algo negativo. Mas não é bem esse o propósito do medo. A diferença da funcionalidade dele está na maneira como você o aplica na sua vida. O mecanismo do medo é um alerta para o corpo de que algo pode estar errado, ou que determinada situação pode oferecer riscos. Ou seja, o medo nos deixa mais atentos. Por que não usar isso de forma positiva? Toda vez que sentir medo, procure analisar com cautela a situação em que está e como sair dela da melhor maneira.

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