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Celso Niskier
Diretor presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES)
Reitor do Centro Universitário UniCarioca
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O ciclo de três edições do Congresso Brasileiro da Educação Superior Particular (CBESP) voltadas para o debate e a reflexão sobre inovação e educação superior chegou ao fim no último sábado (8), em Belo Horizonte/MG. O evento é promovido anualmente pelo Fórum das Entidades Representativas do Ensino Superior Particular e realizado pela Linha Direta.

Com o tema “Educação superior: inovação e diversidade na construção de um Brasil plural”, o XII CBESP reuniu mais de 500 participantes, entre mantenedores de instituições, reitores, gestores, especialistas e autoridades governamentais. Ao longo de três dias foram realizadas diversas atividades, todas partindo da premissa de que a Economia 4.0, fundamentada no estabelecimento de uma sociedade cada vez mais disruptiva, impõe novos olhares e estratégias a todos os setores da economia, incluindo o da educação.

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Permito-me começar dizendo que um ângulo sorri, como escreveu Horácio, poeta latino: “Ille terrarum mihi praeter omnes angulus ridet”, aquele cantinho me sorri mais do que todos os outros da terra. Em sentido metafórico, um ângulo sorri onde seu coração está, “where the heart is” (Elvis Presley). A propósito, “smiles” é a palavra mais longa do idioma inglês: há uma milha entre o começo e o fim, entre a primeira e a última letra. Espero que você tenha uma “mile” de razões para sorrir. Ovídio, outro poeta latino, amigo de Virgílio e Horácio, órfão da terra, teve, no exílio,  praticamente o mesmo sentimento, porém expresso de maneira diferente: Minha terra pode estar em qualquer lugar, “Ubi bene, ibi patria”. Talvez assim se sintam muitos imigrantes adaptados à pátria adotiva tornada pátria amada, mãe gentil.

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Ronaldo Mota
Diretor Científico da Digital Pages e membro da Academia Brasileira de Educação
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A política regulatória estatal vigente no ensino superior brasileiro é fruto de décadas de experiências, tendo sido impregnada pelos acertos e equívocos de uma área reconhecidamente complexa e dinâmica. De forma simplificada, cabe ao  Conselho Nacional de Educação/CNE  o credenciamento e recredenciamento das instituições educacionais, o Ministério da Educação/MEC é responsável pelos processos de autorização e reconhecimento de cursos, enquanto o INEP realiza avaliações baseadas no Exame Nacional de Desempenho do Estudante/ENADE e em visitas in loco, por intermédio de comissões ad hoc. Além disso, cada instituição de educação superior conta com uma Comissão Própria de Avaliação/CPA, responsável pela autoavaliação interna.

O modelo em vigor tem sido criticado pela excessiva carga burocrática, por priorizar processos em detrimento de resultados objetivos e, especialmente, pelas dificuldades de mensurar, de forma adequada, aspectos essenciais da aprendizagem. Além disso, não é clara a consonância do sistema regulatório com o Plano Nacional de Educação/PNE, cuja pretensiosa meta prevê elevar até 2024 a taxa de matrículas de estudantes no ensino superior com idade entre 18 e 24 anos de 18% para 33%.

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