Karla Ikeda
Publicitária, especialista em marketing de serviços e gerenciamento de carreiras
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O dia-a-dia de escolas, universidades e demais instituições acadêmicas conta com diversas documentações de alunos, professores e funcionários e a guarda de cada um desses arquivos requer extrema organização por parte dos responsáveis e, nem sempre, esta gestão é realizada de maneira eficiente.

O excesso de papel dificulta o processo de localização das informações necessárias, representa um alto custo em armazenamento, além do grande risco de deterioração e perda de algum item.

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Janguiê Diniz
Vice-presidente da ABMES
Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
Presidente do Instituto Êxito

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Chega um novo ano. E 2020 vem para fechar uma década de profundas mudanças no Brasil e no mundo. A sociedade mudou, a economia mudou, o mercado de trabalho também. É preciso acompanhar todas essas mudanças, para que não fiquemos para trás nessa caminhada. Adaptar-se é algo que se tornou essencial para quem quer sobreviver e se destacar no mundo das tecnologias digitais, cada vez mais competitivo.

O início do novo ano é tradicionalmente época de revisar conceitos, estabelecer metas e desejos. É tempo de sonhar. A partir daí, no entanto, é preciso fazer todos esses sonhos e desejos tornarem-se realidade. Que tal estabelecer metas reais para este ano e determinar-se a cumpri-las? É mais fácil do que parece, mas é necessário esforço e dedicação. O primeiro passo é sair da inércia.

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Gabriel Mario Rodrigues2

Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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A realidade é que, se não reconhecermos e nos adaptarmos às implicações e avanços da tecnologia, poderemos enfrentar a perspectiva de uma “tempestade perfeita”, na qual o impacto de uma desigualdade em forte ascensão, o desemprego tecnológico e mudança do Clima se desenvolvem mais ou menos paralelamente e, de algumas maneiras, ampliam e reforçam uns aos outros. (Martin Ford)[1]

Mostrando a vontade chinesa de ser nação líder mundial, Kai-fu Lee, presidente Executivo da Sinovation e ex-executivo de Inovação da Google, da Microsoft e da Apple, em seu livro “Inteligência Artificial” (ed. Globo) cita uma visita que fez numa noite há 20 anos na Universidade de Ciências e Tecnologia da China para tratar sobre o reconhecimento de fala e imagem. O auditório estava repleto de alunos e quando a palestra terminou em poucos minutos estava vazio. Indo embora, na companhia de alguns professores, não encontrou viva alma no pátio e estranhou a escuridão dos alojamentos. Porém, ao passar pelo portão de saída, viu centenas de jovens sentados em grupos pelas calçadas, aproveitando-se da iluminação pública para concluírem suas tarefas escolares. A obcecação pelos estudos para bom desempenho profissional é uma marca da juventude chinesa. Estavam na rua porque as luzes da universidade são desligadas às 23 horas.

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