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Sabrina Moraes
Secretária executiva da ABMES
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“Somos responsáveis por aquilo que fazemos, o que não fazemos e o que impedimos de ser feito.” (Albert Camus)

No próximo dia 30 de setembro, comemora-se no Brasil o Dia da Secretária. A data foi reconhecida no estado de São Paulo pela Lei nº 1.421, de 26 de outubro de 1977. Uma das profissões considerada bastante positiva no mercado de trabalho no país e que foi avaliada pela Organização das Nações Unidas (ONU) como a terceira profissão que mais cresce no mundo.

A data surgiu em referência a Lilian Sholes, nascida no dia 30/09. Foi a primeira mulher a testar a versão da máquina de escrever no layout de teclado “QWERTY”, desenvolvida por seu pai, o inventor americano Christopher Sholes, em meados de 1867, e que utilizamos até hoje. Por ocasião do centenário de seu nascimento, as fabricantes de máquinas fizeram diversas comemorações, inclusive com concurso de datilografia. Como muitas secretárias participavam, o dia passou a ser conhecido como o Dia da Secretária.

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Alberto Costa
Senior Assessment Manager de Cambridge Assessment English, departamento da Universidade de Cambridge especializado em certificação internacional de língua inglesa e preparo de professores
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Nos três materiais anteriores produzidos aqui para o blog da ABMES (A internacionalização do ensino superior fora do Brasil e o que podemos aprender com os cases de sucesso / Internacionalização no Brasil: o que podemos aprender com as universidades que já iniciaram o processo / Qual o primeiro passo para um projeto de internacionalização na Educação Superior?), nós citamos mais de uma vez uma variável em comum que é tida como essencial para que os projetos de internacionalização sejam implementados com sucesso. Trata-se do inglês enquanto um componente do programa de línguas que permite a comunicação para promover conexões globais para a cooperação acadêmica internacional. Essa geralmente é uma das maiores barreiras para que as universidades brasileiras, que têm o português como língua mãe, enfrentam para dar o primeiro passo, já que muitas delas recebem alunos que não foram preparados da maneira correta para dominar a proficiência.

E dentro desse cenário, uma prática que vem crescendo com rapidez no mundo, principalmente nos países que buscam a globalização por meio da educação bilíngue ou internacional, é o English as a Medium of Instruction (EMI). Em outras palavras, EMI é o uso do inglês para ensinar matérias acadêmicas em países ou áreas onde o inglês não é a primeira língua da maioria da população. As razões pelas quais instituições de ensino superior estão dispostas a implementar o EMI são várias: atrair estudantes internacionais, estar melhor posicionadas nos rankings universitários, dar aos estudantes a possibilidade de estudar no exterior, aumentar as possibilidades de carreira de estudantes e funcionários, etc.

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Maurício Garcia
Cientista digital na consultoria Solvertank

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Recentemente, fui convidado pela ABMES – Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior a fazer uma previsão sobre qual será o futuro da educação superior no Brasil.

Difícil, não é?

Bem, para não ficar num simples devaneio, eu usei duas referências principais: o Censo da Educação Superior do Inep/MEC e o relatório Holon IQ 2030, que discute cinco cenários para o futuro da educação.

Comecemos pelo Inep. De acordo com os dados de 2018, o Brasil tem pouco mais de 8 milhões de alunos, os quais estão distribuídos em duas categorias:

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