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Gabriel Mario Rodrigues2

Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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“A melhor maneira de prever o futuro é você mesmo cria-lo”. (Peter Diamandis)*

Peter H. Diamandis é cofundador e executivo da Singularity University, líder no estudo de tecnologias em desenvolvimento exponencial.  Ele é considerado um dos maiores palestrantes americanos. Seu livro “Abundancia: o futuro é melhor do que você imagina” mostra um cenário mais otimista da humanidade, onde o futuro será melhor do que pensamos.

Recentemente, o futurista publicou em seu Linkedin artigo chamado “Contagem regressiva para a singularidade”, uma colaboração com docentes da Singularity, membros da comunidade e palestrantes do evento “Abundance360”. Trata-se de 50 previsões que acontecerão até 2038.

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Janguiê Diniz
Diretor presidente da ABMES
Mestre e Doutor em Direito

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
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Trinta por cento dos brasileiros nunca compraram um livro. O dado vem da Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, do Instituto Pró-Livro. O estudo também mostra que a média de leitura per capita nacional é de 4,96 livros ao ano – levando em consideração apenas os livros lidos por completo, o índice cai para 2,43. A leitura enquanto hábito ainda é uma dificuldade do Brasil e traz diversos reflexos, não só de ordem cultural, mas de formação social e linguística.

Apesar de um pequeno avanço (na pesquisa realizada em 2011, cada brasileiro lia em média 4 títulos por ano), se retirados os livros didáticos da conta de leitura anual, a média per capita cai para 2,9 livros anuais, patamar muito aquém dos países desenvolvidos: na França, o número é de 7 obras por ano; nos Estados Unidos, 5,1 e na Inglaterra, 4,9. Essa diferença é realçada por outro levantamento, desta vez do Banco Mundial, que aponta que os estudantes brasileiros devem levar cerca de 260 anos para atingir a qualidade de leitura de alunos de países desenvolvidos. Essa lentidão acarreta uma grave crise de aprendizagem.

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Somos todos fingidores. Um ator ora interpreta o papel de mocinho ora de bandido, ora de vilão ou herói; a atriz, ora vilã ora heroína. Como o poeta. “O poeta é um fingidor. Finge tão completamente que chega a fingir que é dor a dor que deveras sente”, escreve Pessoa. Um jogador de futebol abraça o time que o contrata. Depois é capaz de jogar noutro time e tornar-se carrasco do time que defendera. Jura de amor eterno é o que mais existe por aí afora: “I love you!” Um quadro de arte representando uma tragédia pode custar milhões. The Walt Disney Company, hoje um dos maiores conglomerados de entretenimento do mundo, descobriu na fantasia e no ramo das animações um nicho de investimento e tem faturado milhões. Trabalha a cultura popular e, com a cultura popular, investe na fantasia infantil e adulta também. Cria personagens e recria figuras imortais de As Mil e Uma Noites.

Michael Jackson deu ao seu rancho o nome de Neverland, Terra do Nunca, inspirado na ilha fictícia de Peter Pan. O romance, a novela e o conto são classificados como literatura de ficção. Também se diz apenas ficção. Sinônimo de ficcionismo. Familiarmente se diz irrealidade: “Sonhador, tudo quanto diz é literatura”. A ficção científica, que pode vir a ser confirmada pela realidade, decorre do desenvolvimento científico já alcançado e de situações decorrentes de tal desenvolvimento no espaço e ao longo do tempo.

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