Celso Niskier
Diretor presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES)
Reitor do Centro Universitário UniCarioca
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De origem grega, a palavra “ciclo” (kýklos) remete a fenômenos que se renovam de forma constante. Quando chegamos ao final do ano, mesmo que o trabalho seja contínuo, que o planejamento do próximo ano se confunda com a conclusão do ano que se finda, temos a sensação de que algo novo surge. Revigoramos nosso espírito e ganhamos vitalidade para seguir em frente e ir além.

A preparação da ABMES para os desafios do futuro, com a inserção de novas ferramentas tecnológicas, com linguagem e formatos atraentes, dinâmicos e modernos, nos norteou em todas as ações e projetos que desenvolvemos ao longo de 2019. Estamos em busca da ABMES 4.0, ou seja, uma entidade ainda mais conectada e preparada para seus próximos 40 anos.

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Quando se espera que o tempo passe rápido, num vapt-vupt, pedimos um minutinho, um segundinho, um tempinho. Quando demora, quando muito dizemos um tempão, não um minutão, nem minutíssimo, nem minutaço, à semelhança de um golaço. Minuto seria uma palavra de significação plena, minuto é minuto, matematicamente nem mais nem menos do que a unidade de medida igual a 60 segundos.

Podemos viver, num só dia, um ano de emoções. Um minuto, para nós, pode durar uma eternidade. Além disso, tratando do “homem cordial”, em Raízes do Brasil, Sérgio Buarque de Holanda escreveu que a terminação “inho”, aposta às palavras, serve para nos familiarizar com as pessoas ou os objetos. Associa-se também com o tempo psicológico e com a faixa etária.  O sufixo “inho” pode nos distanciar da razão, mas nos aproxima do coração.

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Marcos Piazzeta
Analista de Estudos de Mercado
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Na difícil configuração atual do mercado de educação superior brasileiro, a modalidade EaD mantém a sua trajetória com crescimento, rumo a consolidação. Os marcos regulatórios em 2017/2018 oportunizaram uma grande expansão de polos e flexibilização na oferta, o número de polos subiu de 2.947 em 2016 para 10.942 registros (no sistema E-mec em agosto de 2018). Aumentaram também o número de IES, no censo de 2017 tivemos 166 IES figurando como ofertantes na modalidade EaD, 38 novos registros ao compararmos com 2016.

Análises feitas com base no Censo da Educação Superior de 2017, realizado pelo MEC/Inep, permite observar que a modalidade, na rede privada, corresponde a 25,6% dos matriculados e 39,0% dos ingressantes, se aprofundarmos na análise, considerando  somente os cursos comuns, mesmo portfólio, nas duas modalidades, o sale share da EaD chega à 45,7%.

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