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Gabriel Mario Rodrigues2

Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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“O perigo é que se investirmos demais no desenvolvimento da IA e de menos no desenvolvimento da consciência humana, a simples inteligência artificial sofisticada dos computadores poderá servir apenas para dar poder à estupidez natural dos humanos.” (Yuval Noah Harari)

Na semana passada fiz uma provocação indagando como reagiria um robô face ao fato que levou o prefeito do Rio de Janeiro a mandar retirar o livro de histórias em quadrinhos da Bienal. As respostas dos leitores foram que as máquinas se posicionariam da mesma forma que os humanos, dependentes de sua realidade social, filosófica ou religiosa. Ou seja, os robôs reagirão de acordo com o pensamento de seus programadores. Leia mais »

 
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Celso Niskier
Diretor presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES)
Reitor do Centro Universitário UniCarioca
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Nem bem recuperado da emoção de ser recebido na Academia Brasileira de Educação (ABE) pelo meu pai, Arnaldo, já participei de uma agenda de grande relevância para o setor. Fui convidado a acompanhar o presidente da ABE, Carlos Alberto Serpa de Oliveira, e os acadêmicos Paulo Alcântara Gomes e Sidney Mello em uma audiência com o ministro da Educação, Abraham Weintraub, que contou também com a participação do prof. Antonio Veronezi.

Em uma manifestação de grande importância política, a Academia apresentou ao ministro o documento “Rumos para a Educação Brasileira”, um amplo estudo feito pelos acadêmicos, alguns dos quais já foram ministros ou membros do Conselho Nacional de Educação (CNE). Trata-se de um diagnóstico profundo da situação da nossa educação, alinhando ações estruturantes em torno de dez pilares para melhorias.

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Todo artista tem de ir até onde o povo está, canta Milton Nascimento. Se foi assim, assim será. Foi nas esquinas da vida que o teatro começou: malabarismos, pernas de pau, acrobacias, presença de palhaços. À semelhança do profissional de futebol, o artista interage, vê, sente, expõe-se ao vexame ou à fama. Dos píncaros ao ostracismo. Da glória ao esquecimento. Vem de Shakespeare a Brecht. Os clássicos, justamente por serem considerados clássicos, não envelhecem. O artista, um fingidor, não se envergonha de, interpretando, vender o seu peixe. Frequentemente, sem constrangimento, vai ao fundo do baú de suas vivências e faz de conta que é outra pessoa. Os contos de fadas bem como as tragédias têm sua vertente psicanalítica. Era uma vez…

O tempo passa. Mais: o tempo voa… e eles, os clássicos, continuam com lugar reservado na arquitetura, na pintura, na escultura, na literatura, na música. Independentemente do estilo, ou porque criaram um estilo ou porque, sem se prenderem a um determinado estilo, foram ecléticos, no bom sentido. Romeu e Julieta ainda continuam símbolo imortal do amor eterno.

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