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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Tô de olho! Custar os olhos da cara. Ficar de olho. Furar os olhos do outro. Não pregar os olhos: não dormir. Fazer vista grossa. Olho clínico: acuidade de percepção. Olho da rua: lugar indeterminado para onde se manda alguém. Olho d’água: nascente de água no solo. Olho de cabra morta, olho de gata morta, olho de peixe morto: olhar sem expressão. Olho de gato: olho esverdeado, agateado; sinal luminoso nas rodovias. Olho de lince, olho vivo: vista muito aguda. Olho de mormaço: olhar lânguido, olhos dependurados. Olhos de Sapiranga: olhos avermelhados. Olho de vaca laçada: o de quem tem por hábito andar com a vista baixa. Olho gordo, olho grande: inveja, cobiça. Olho mágico. Olho mecânico. Olho pineal ou terceiro olho. Olho grande, olho gordo, mau-olhado. Olho por olho: vingança, lei de talião. Olhos rasos de água. Ante um olhar de paisagem.

Não ser olho de santo: não se exige perfeição. Passar ou correr os olhos por: ler de relance. Pelos seus belos olhos: gratuitamente. Pôr o olho em, ter debaixo do olho, trazer de olho. Saltar aos olhos. Ter olho: ser bom observador.

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Alberto Costa
Senior Assessment Manager de Cambridge Assessment English, departamento da Universidade de Cambridge especializado em certificação internacional de língua inglesa e preparo de professores
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A internacionalização está para o Ensino Superior assim como o bilinguismo está para a Educação Básica: todo o sistema da educação já despertou para a grande necessidade de transformar seus cursos no meio que formará os cidadãos globais da atualidade e do futuro. Entretanto, na mesma proporção, encontramos com frequência gestores com mais perguntas do que respostas sobre como se preparar e se colocar nesse cenário de uma maneira sólida e eficiente.

Assim como aconteceu com as escolas europeias e norte-americanas, que passaram por esse processo e elegeram o inglês como o idioma oficial dos seus programas de educação para integrar pessoas de diferentes nacionalidades e propagar a cooperação internacional, uma parcela das universidades brasileiras também já aderiu ao movimento.

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Gustavo Hoffmann
D
iretor do Grupo A Educação
Foi diretor de Inovação e Internacionalização do Grupo Anima Educação e diretor Acadêmico e de EAD do Grupo Alis Educacional e diretor acadêmico, diretor de Pós-graduação, diretor de EAD e diretor de Negócios da Kroton Educacional
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O dia 28 de abril é considerado o Dia Internacional da Educação. É importante comemorarmos esta data, mas não podemos deixar de ter um olhar crítico sobre o tema, aproveitando a ocasião para promover uma reflexão sobre o passado e o futuro da educação. Sem dúvida, tivemos importantes avanços tecnológicos e metodológicos nas últimas décadas, mas nosso modelo educacional tradicional está falido. E ele ainda predomina, tanto na educação básica quanto no ensino superior.

Hoje, nós trabalhamos com um modelo predominantemente Just in Case. Ou seja, tratamos o processo de aprendizagem como se fosse um sistema de gestão de estoques em que quanto mais, melhor. Depositamos nos alunos uma alta carga horária de conteúdos para que os utilizem se um dia precisarem. O problema é que, quando precisarem aplicá-los, é muito provável que nem se lembrem mais dos conceitos básicos e, se lembrarem, é muito provável que estejam obsoletos. Parece fazer muito mais sentido o modelo Just in Time. Nele, menos é mais. O conteúdo não é estocado, mas sim oferecido ao aluno sob demanda, exatamente quando será utilizado. Neste caso, o conteúdo se torna uma ferramenta para ser aplicada na solução de um problema. Estudos mostram que depois de um semestre nossos alunos não se lembram nem de 20% do conteúdo exposto pelo professor em sala de aula. Então, por que ainda somos tão fascinados em cobrir todo o conteúdo de determinadas disciplinas no modelo tradicional, sabendo que boa parte deste conteúdo nunca será utilizado pelos alunos e, se utilizado, estará ultrapassado ou terá que ser revisto? Não há carga horária que seja suficiente neste modelo altamente ineficiente.

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