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Rafael Villas Bôas
Consultor de Marketing Associado na Atmã Educar & Editor do Blog www.marketingeducacional360.com.br
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Os Market Places são uma provocativa e recente realidade no marketing educacional. Já são muitos com condições distintas e – claro – com entregas proporcionais. Alguns pequenos cobram menos pelos seus serviços outros maiores cobram mais pelo resultado que entregam.

Estive reunido esses dias com um executivo de um grande Market Place que me abriu algumas das novas orientações da empresa para o futuro. Me disse que a empresa fatura – cobra – 3% de fee do faturamento das instituições e quer cobrar 10% (a partir de uma cesta adjacente de serviços que vem implantando em algumas empresas).

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Liana Merladete
Relações Públicas, Mestre em Tecnologias Educacionais em Rede
Gestora do Programa de Inovação e Cultura Educacional e do Núcleo de Webcidadania da FADISMA
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Nos meus estudos e prática profissional, eu tenho sido até insistente ao destacar que, ao meu ver, escutamos, falamos, vemos e sentimos, não como outrora, mas sobretudo devido a estarmos todos conectados, o tempo todo. Seguimos, curtimos e compartilhamos – adoramos e refutamos também – causas, pessoas, ideias e muitos mais, afinal.

Eu já disse aqui, na minha dissertação, na época do mestrado, para alunos ou clientes que não são mais só as notícias na seara da Tecnologia da Informação e da Comunicação – e também não são mais, há muito, somente os profissionais dessas áreas – que apontam o crescimento e o impacto constantes das redes sociais virtuais. Ou melhor, a revolução delas, oriunda de um enorme emaranhado que pulsa em torno da magnitude da internet, da navegabilidade, interatividade, usabilidade, funcionalidades e muito, mas muito mais, que ela propicia.

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Janguiê Diniz
Vice-presidente da ABMES
Mestre e Doutor em Direito

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
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Perdas de R$ 267 bilhões por ano. Esse é o impacto dos congestionamentos de trânsito na economia brasileira, segundo pesquisa divulgada no Summit Mobilidade Urbana 2019, em São Paulo. Além disso, o estudo mostrou que o brasileiro gasta, em média, 1h20 por dia para se deslocar para as atividades principais. Esse número pode chegar a 2h07 para que se cumpram todos os deslocamentos diários, o que resulta em 32 dias gastos por ano no trânsito. Ou seja, um mês perdido em engarrafamentos. A mobilidade urbana é realmente um dos maiores problemas do Brasil e afeta, inclusive, a democratização do uso de espaços e o acesso a oportunidades. Um problema de longa data que não vislumbra solução em um curto ou médio prazo.

Mobilidade urbana é um tema constantemente discutido no Brasil. A maioria das grandes cidades sofre com graves problemas de transporte e enfrentam desafios em promover meios de diminuir o impacto do trânsito no dia a dia da população. Uma das causas do aumento de engarrafamentos é bem óbvia: temos mais carros nas ruas. Governos passados investiram no desenvolvimento da indústria automobilística, facilitando o acesso a veículos particulares, o que deixou as vias públicas sobrecarregadas. Na contramão, não houve – e continua sem haver – programas de incentivo ao transporte público, coletivo, mais econômico.

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