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Prof.Dr.Valmor Bolan
Doutor em Sociologia. Conselheiro da OUI-IOHE (Organização Universitária Interamericana) no Brasil. Membro da Comissão Ministerial do Prouni (CONAP). Consultor da Presidência da Anhanguera Educacional
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A morte do homem mais procurado do mundo, o terrorista Osama Bin Laden, coloca novamente em evidência o horror do radicalismo político, ora em fundamentalismo, ou ainda em terrorismo, males estes que grassam por quase toda a parte do planeta. O que é de se lamentar em todos estes episódios, é o uso da violência, como se não tivesse mais outras saídas ou alternativas para se chegar à justiça e a outros valores que são necessários serem defendidos.

Osama Bin Laden assumiu a responsabilidade do maior atentado da história, quando os aviões atingiram as torres gêmeas do World Trade Center, em 11 de setembro de 2011, num dos momentos mais trágicos e dolorosos, que vitimaram milhares de pessoas, nu ma ação de terror sem precedentes, e que ficou como uma ferida exposta nos Estados Unidos, e que custa cicatrizar.

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Lucius de Mello*
Diário de Marília – Editorial, publicado em 14 de maio de 2011
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“Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas.”
Rubem Alves

Espalhar o terror com homens bombas é um ataque rápido e fatal. Mas nem por isso deixa de ser mais avassalador que outro grande golpe traiçoeiro e covarde, muito comum em terras brasileiras: O roubo do direito de aprender. O desprezo às escolas públicas e à educação. Desprezo sim. Porque é possível investir bem mais do que se investe. É só olhar para a Ásia para ter certeza do que se ganha ao se priorizar verdadeiramente o conhecimento e as letras. A Coreia do Sul fez uma revolução com livros e lápis, e se tornou uma potência. Em três décadas, o número de alunos no ensino superior multiplicou-se 12 vezes naquele país.

Se os recursos destinados às Olimpíadas de 2016 e à Copa de 2014, aproximadamente 50 bilhões de reais, caíssem nas salas de aula, talvez o Brasil pudesse deixar o vergonhoso 53o lugar no quesito educação, conquistado numa prova que avalia estudantes de 65 países. Isto sim, presidente Dilma, seria priorizar a educação. Mostrar aos brasileiros que, antes de fazer festa, é preciso arrumar a casa por dentro. Chega de fachada!

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Fernando Veloso
Pesquisador do IBRE/FGV
Folha de S.Paulo, publicado em 16 de maio de 2011
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Conforme discuti no último artigo, uma estratégia adequada de reforma da Educação deve considerar o estágio de desempenho em que o sistema educacional se encontra. Em relação aos indicadores educacionais, tem havido progresso no Brasil, mas o nível ainda é baixo.

Desde meados da década de 1990, foi praticamente universalizado o acesso ao ensino fundamental e houve um aumento expressivo das taxas de conclusão do ensino fundamental e do ensino médio. No entanto, quase 40% dos jovens com 16 anos não tinham concluído o ensino fundamental em 2009.

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