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Opinião – O Estado de S.Paulo, publicado em 11 de abril de 2011
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Mais uma pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta a escassez de mão de obra qualificada como um dos principais problemas do setor. As empresas nacionais terão cada vez mais dificuldade para competir no mercado global, enquanto não se tratar seriamente a formação de recursos humanos. Fala-se muito de outros tipos de entrave, quando se analisa o poder de competição: os impostos são pesados e pouco funcionais, a infraestrutura é deficiente, o financiamento é caro e o câmbio se mantém valorizado há muitos anos. Fala-se muito menos sobre a qualidade da mão de obra disponível e, no entanto, os principais concorrentes do Brasil cuidam com muito empenho da educação e da qualificação de sua força de trabalho.

Mais de dois terços – 69% – das 1.616 empresas consultadas na pesquisa indicaram dificuldades para recrutar trabalhadores qualificados. A maior escassez é de pessoal para a produção, tanto de nível superior quanto de nível técnico. A pesquisa cobriu atividades extrativas e 26 segmentos da indústria de transformação. Em 12 desses 26 segmentos, 100% das companhias informantes apontaram problemas para contratar operadores de produção. No setor extrativo, a falta de pessoal qualificado foi mencionada por 74% das fontes.

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Natalia Améndola*
Analista da Hoper Estudos de Mercado
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No passado, o ensino estava centrado na reprodução de informações e a fonte primária delas eram as instituições de ensino formal (IEF).

No cenário atual começam a surgir outras instituições não formais e a própria internet tem se convertido em um grande provedor de conhecimento.

Nas pesquisas realizadas pela Hoper, os alunos de graduação de todo Brasil revelam que os métodos mais utilizados pelos estudantes para esclarecer dúvidas são: em primeiro lugar a internet (o Tio Google) e os professores, seguido pelas consultas aos colegas de sala e por último as pesquisas em bibliotecas.

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 Luiz Fernando Gomes Guimarães
 Consultor em Educação
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Diferentemente das décadas de 80 e 90 do século passado, a sustentabilidade das instituições de ensino superior privadas tem se transformado num grande desafio para os gestores dessas organizações. Cada vez mais a competição por novas matrículas se amplia e, apesar de todos os esforços, restam vagas disponíveis em todas as escolas superiores privadas de norte a sul do país. Por outro lado, as exigências dos órgãos reguladores são aprofundadas cotidianamente, gerando mais encargos sem que os mesmos possam ser repassados nas planilhas que definem as semestralidades a serem cobradas dos estudantes. Também nas instituições públicas a questão se mostra aguda.

A diferença restringe-se a quem paga conta. Enquanto nas escolas particulares as pessoas assumem os encargos individualmente, nas públicas a sociedade assume todos os custos através dos impostos que paga, num cenário onde as demandas sociais se avolumam por melhores serviços de saúde, saneamento, educação, segurança, etc.
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