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Natalia Améndola*
Analista da Hoper Estudos de Mercado
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No passado, o ensino estava centrado na reprodução de informações e a fonte primária delas eram as instituições de ensino formal (IEF).

No cenário atual começam a surgir outras instituições não formais e a própria internet tem se convertido em um grande provedor de conhecimento.

Nas pesquisas realizadas pela Hoper, os alunos de graduação de todo Brasil revelam que os métodos mais utilizados pelos estudantes para esclarecer dúvidas são: em primeiro lugar a internet (o Tio Google) e os professores, seguido pelas consultas aos colegas de sala e por último as pesquisas em bibliotecas.

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 Luiz Fernando Gomes Guimarães
 Consultor em Educação
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Diferentemente das décadas de 80 e 90 do século passado, a sustentabilidade das instituições de ensino superior privadas tem se transformado num grande desafio para os gestores dessas organizações. Cada vez mais a competição por novas matrículas se amplia e, apesar de todos os esforços, restam vagas disponíveis em todas as escolas superiores privadas de norte a sul do país. Por outro lado, as exigências dos órgãos reguladores são aprofundadas cotidianamente, gerando mais encargos sem que os mesmos possam ser repassados nas planilhas que definem as semestralidades a serem cobradas dos estudantes. Também nas instituições públicas a questão se mostra aguda.

A diferença restringe-se a quem paga conta. Enquanto nas escolas particulares as pessoas assumem os encargos individualmente, nas públicas a sociedade assume todos os custos através dos impostos que paga, num cenário onde as demandas sociais se avolumam por melhores serviços de saúde, saneamento, educação, segurança, etc.
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Club do Advogado, publicado em 06 de abril de 2011

II SEMINÁRIO NACIONAL DE EDUCAÇÃO JURÍDICA
COMISSÃO NACIONAL DE EDUCAÇÃO JURÍDICA

31 DE MARÇO E 01 DE ABRIL DE 2011- RIO DE JANEIRO (RJ)

CARTA DO RIO DE JANEIRO

Os participantes do II Seminário Nacional de Educação Jurídica promovido pela Comissão Nacional de Educação Jurídica (antiga Comissão Nacional de Ensino Jurídico) – CNEJ, do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil – CFOAB, reunidos na cidade do Rio de Janeiro nos dias 31 de março e 1º de abril de 2011, debateram o tema “Necessidades Sociais e Expectativas da Educação Jurídica de Qualidade”, distribuído em oito painéis a seguir detalhados.

Nesta ocasião, as exposições e debates realizados envolvendo docentes, estudantes, representantes de cursos jurídicos, entidades civis voltadas à educação, advogados e autoridades do Ministério da Educação – MEC evidenciaram a importância da parceria OAB/MEC na busca da educação jurídica de excelência, bem como a importância da OAB ter oportunidade de indicar representante para o Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação Superior – CNE/CES.

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