Profa. Dra. Iara de Xavier 
Coordenadora Acadêmica do único MBA em Gestão Universitária com Ênfase na Avaliação Institucional
Docente e pesquisadora da Universidade de Brasília – UnB
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A avaliação institucional constitui-se em uma das ações estratégicas mais relevantes a ser desenvolvida nas Instituições de Educação Superior, principalmente após a implantação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES, que foi instituído pela Lei N 10.861, de 14 de abril de 2004.

Este sistema preconiza a avaliação institucional, a avaliação de curso e a avaliação do desempenho do estudante como elementos constitutivos do ciclo avaliativo, que tem como finalidades a melhoria da qualidade da educação superior; a orientação da expansão da oferta; o aumento permanente da sua eficácia institucional e efetividade acadêmica e social; a promoção do aprofundamento dos compromissos e as responsabilidades sociais das IES.

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Luiz Roberto Liza Curi
Folha de S.Paulo, publicado em 9 de dezembro de 2011
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O êxito das universidades e faculdades do nosso país deve ter como expressão principal a qualidade dos concluintes, e não o número de ingressantes

A expansão do ensino superior no Brasil saltou de 1,945 milhão de matrículas em 1998 para 6.379.299 em 2010. Desse volume de matrículas, 4.736.001, perto de 75%, pertencem às instituições privadas.

A pós-graduação cresceu mais de 150% em menos de dez anos. São 173 mil matrículas, sendo 144.911 (95%) em instituições públicas. Titula 50 mil mestres e doutores por ano, com um padrão de qualidade internacional.

Mas se o aumento dos pesquisadores no Brasil é comemorado como um bem nacional, o do número de graduados nem tanto. Essa expansão, sancionada por um complexo e consistente sistema de avaliação, é um significante com diversos significados.

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Édson Franco
Advogado, jornalista e professor universitário – Diretor da Faculdade de Estudos Avançado do Pará
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Corre solta a informação sobre a intenção do Conselho Federal de Administração (CFA) de brevemente imitar a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) realizando também o Exame para o exercício profissional do administrador. Alguns Conselhos Regionais estão propondo a medida, visando a buscar a qualidade dos profissionais de administração pela via do Exame após o curso.

Imitar é próprio do brasileiro. Se nasce numa rua uma casa de alimentos para animais, logo adiante aparece outra. Barbearias, nem se conta. Salões de Beleza estão colados uns nos outros. No Rio de Janeiro, lado a lado, estão as farmácias e assim por diante.

Não estou seguro que o Exame da OAB seja realmente o que ele pretende ser. Pior é o caso da Administração. Steve Jobs nunca precisou do título para ser o que ele foi. As biografias dele vão aparecendo a cada passo, tantos méritos ele teve como gestor. O mesmo aconteceu com Peter F. Drucker – o sempre lembrado Pai da Administração – que dizia nunca ter pegado no batente para administrar uma organização. Ninguém descura porém de seus méritos como autor e consultor de grandes organizações.

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