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Hugo Eduardo Meza Pinto e Marcus Eduardo de Oliveira
Gestão Universitária, publicado em 15 de setembro de 2010
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Hipoteticamente, imagine a situação do Brasil depois de ter recebido duas bombas atômicas sob uma guerra qualquer. Imagine mais ainda: que todo o orgulho do país tenha sido arrasado, tal qual sua infraestrura econômica e social. Para piorar esse cenário de pura imaginação, mentalize que o Brasil não tenha nenhuma riqueza de recursos naturais (nada de Amazônia, nem de Mata Atlântica), nem a riqueza mineral que ora possui. Dentro desse exercício imaginativo pense, agora, que o espaço geográfico desse país fosse composto por ilhas vulcânicas, suscetíveis a tremores de terra no último grau da escala Richter.

Imaginou? Seria um caos, não é verdade? Se pensar que este é um dos piores cenários dos mundos, se surpreenderá ao saber que, no século passado, depois da Segunda Guerra Mundial (pós-1945), o Japão contava com todas essas características acima descritas, com exceção dos recursos naturais em larga escala.

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Denis Mello
Administradores.com.br, publicado em 14 de setembro de 2010
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Por conta da atividade de consultor, tenho a oportunidade de manter contato frequente com jovens executivos, em sua maioria, recém-formados, cuja carência acadêmica aponta para uma constatação recorrente: o distanciamento da realidade do mercado no qual atuam.

A despeito de inteligência, boa formação teórica e disposição em aprender e apreender novos conhecimentos, a maior parte desses jovens chega ao mercado de trabalho incapaz de dominar práticas inerentes à área para a qual foram “formados”. Isto por que o modelo do Ensino Superior brasileiro é a antítese do conceito Aristotélico de que “é fazendo que se aprende a fazer aquilo que se deve aprender a fazer”. A formação universitária, ao privilegiar a visão teórica acadêmica, afasta-se da dinâmica de um mercado que muda a cada dia.

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José Pastore
O Estado de S.Paulo, publicado em 14 de setembro de 2010
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Numa primeira análise, os dados sobre educação trazidos pela última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) são animadores. O Brasil está evoluindo. No período de 2004 a 2009, a proporção de crianças de 4 a 5 anos matriculadas em escolas subiu de 75% para 87%. Entre as demais, praticamente todas estão na escola. No grupo dos adolescentes de 15 a 17 anos, a escolarização saltou de 85% para 91% e na faixa de 18 a 24 anos, de 30% para 38,5%. A proporção dos que concluíram o ensino médio aumentou de 26% para 33%. Os que se diplomaram em universidades subiram de 8% para 10,5%. São boas notícias. A população brasileira está se educando mais.

Numa segunda análise, quando se comparam os resultados alcançados com as crescentes necessidades do mundo do trabalho, o quadro é desanimador. As novas tecnologias e os novos métodos de produzir e vender correm muito mais depressa do que os nossos avanços educacionais, que já são velozes. Isso explica, em grande parte, a falta de pessoal qualificado em quase todos os setores da economia brasileira nos dias atuais.

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