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Prof. Dr. Valmor Bolan
Doutor em Sociologia. Conselheiro da OUI- (Organização Universitária Interamericana no Brasil). Membro da Comissão Ministerial do Prouni (CONAP). Consultor da Presidência da Anhanguera Educacional
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O mineiro José Alencar ganhou respeito do povo brasileiro não apenas porque foi vice-presidente da República, mas pelo vencedor que é como empresário e político e, acima de tudo, pela forma como encarou o câncer, não se deixando abater e mantendo o bom humor e a alegria de viver, procurando viver cada dia com a intensidade de quem tem amor pela vida, e não se entregou ao desânimo. Sua luta contra o câncer certamente marcou como exemplo para muitos que logo se abatem, e José Alencar, em várias entrevistas concedidas, deu uma fórmula para superar sua situação de fragilidade: o trabalho. Foi assim que ele adquiriu o carisma que possui, a autoridade de quem deu exemplo, através de uma história de vida de quem começou vinda do interior de Minas Gerais, trabalhando muito cedo, chegando inclusive há morar alguns meses no corredor de um hotel, e quem se acostumou desde o início a conviver com dificuldades e ter de vencer a vida com garra, criatividade, ousadia e determinação. Acima de tudo, com muito trabalho.

Do menino pobre que começou muito novo trabalhar, José Alencar chegou a ser um dos mais respeitados empresários brasileiros, um dos maiores da indústria têxtil, e justamente foi sua história de vida como vencedor, que chamou a atenção de Lula, que o convidou a ser seu vice-presidente, numa parceria que deu certo por dois mandatos consecutivos.

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Angelica Bocca Rossi
Pedagoga, pós-graduada em EaD, assessora para assuntos educacionais do Ensino Superior
angelica.bocca@gmail.com
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Inicio esse artigo fazendo uma breve comparação com dois outros artigos que escrevi anteriormente, “Eu não sabia que era errado…” e “A culpa não é minha”.

Embora um trate do comportamento do aluno e o outro seja mais direcionado à responsabilidade “formativa” da escola e dos professores, nos dois procurei a reflexão no que se refere aos direitos antes dos deveres.

No dicionário “Direito” vem depois de “deveres”, portanto a reflexão é importante.

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Fernando Antônio Gonçalves*
Bate e Rebate, publicado em 24 de março de 2011
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Leituras várias ampliaram minha “enxergância” sobre os atuais problemas do ensino superior brasileiro, que se encontra fortemente debilitado pelas alterações tecnológicas, sociais e econômicas acontecidas nos últimos trinta anos. Que exigem um aprender-desapreender-reaprender permanente, intrinsecamente dialético, intensamente binoculizador, mais que nunca multidisciplinar, levando na mais elevada consideração a “fotografia” feita por Cláudio de Moura Castro sob um ângulo muito sincero: “O ensino superior brasileiro é confuso e variado. Há cursos bons e cursos péssimos. Os cursos bons são prejudicados por serem tratados de cambulhada com os péssimos. E os péssimos não podem ser consertados com o remédio dos bons. Pior, há cursos que poderiam ser bons se fossem tratados como precisam. Há imensa diversidade no ensino superior, daí  a grande necessidade de um tratamento diferenciado, em vez de fingir que são todos iguais”.

Os educadores universitários mais cidadanizados estão convergindo para dois pontos considerados indissociáveis para a melhoria do ensino superior. O primeiro vincula-se à importância da educação fundamental, considerada estratégica nos países comprometidos com as pilastras de um desenvolvimento socioeconômico sustentável. Um segundo, atrelado umbilicalmente ao primeiro, se relaciona com a revalorização do processo de ensino-aprendizagem, abandonando-se o que somente viabiliza algumas páginas em revistas especializadas para concentrar-se num soro caseiro lê-escreve-conta-e-pensa eficaz, excelente fomentador do binômio cidadania-profissionalidade.
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