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Celso da Costa Frauches

Celso da Costa Frauches

Celso da Costa Frauches
Consultor educacional da ABMES e consultor sênior do Ilape
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O art. 209 da Constituição de 88 dispõe que “o ensino é livre à iniciativa privada, atendidas as seguintes condições: I – cumprimento das normas gerais da educação nacional; II – autorização e avaliação de qualidade pelo Poder Público”.

A Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional (LDB), atende à regulação do inciso I do transcrito art. 209 da Constituição e, no art. 46, parte do inciso II, quando trata da autorização (credenciamento e recredenciamento institucional; autorização, reconhecimento e renovação de reconhecimento de cursos superiores).

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Mozart Neves Ramos
Conselheiro do Todos Pela Educação, professor da UFPE e membro do Conselho Nacional de Educação
Correio Braziliense, publicado em 16 de setembro de 2010
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Após o término do processo eleitoral, a expectativa é a de que o Ministério da Educação (MEC) encaminhe ao Congresso Nacional o projeto de lei do novo Plano Nacional de Educação (PNE), que definirá as macropolíticas para a educação brasileira relativas ao período de 2011-2020. Espera-se que o novo PNE não traga os defeitos que inviabilizaram o atual, como o excesso de metas que, em sua maioria, não contavam com indicadores para avaliação e acompanhamento e sem os recursos necessários para a sua execução. Muito por conta disso, o atual PNE não conseguiu mobilizar a sociedade brasileira.

As notícias dadas pela imprensa e, também, externadas pelo próprio ministro da Educação, Fernando Haddad, dão conta de que o novo PNE será focado em poucas metas, algo em torno de 25. Como disse o secretário-executivo adjunto do MEC, Francisco das Chagas, durante o V Encontro Internacional de Educação, recentemente realizado na cidade de Campinas, o ministro Haddad pretende apresentar um PNE cujas metas caibam em um banner. Isso está absolutamente certo e só assim ele terá força junto aos brasileiros.

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Bruno Serpa
Especialista em Gestão Estratégica pela FGV e Educação a Distância pelo Senac
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Sistemas de aprendizagem online são criados para atender um novo público interessado em alcançar uma aprendizagem mais efetiva.

Acompanhamos um acelerado ritmo de mudanças nas sociedades modernas, sobretudo no avanço das tecnologias da informação na EaD e nas formas de aprendizagem. Neste movimento, vem crescendo um novo perfil de cidadão e de comportamento: crianças, jovens e adultos, usuários assíduos da internet, cada vez mais exigentes na busca por conteúdos relevantes e preocupados em aprender de forma efetiva e com mais autonomia.

O crescimento deste tipo de demanda, onde estudantes e profissionais se mostram ávidos por conhecimento, tem levado as instituições de ensino e as empresas em geral para a criação de ferramentas online de gestão do ensino, focadas no desenvolvimento do estudo, da auto-aprendizagem e do treinamento cognitivo. Numa convergência de interesses, instituições e usuários passam a buscar soluções em softwares capazes de gerar uma aprendizagem mais duradoura e convincente, com recursos, inclusive, que possam medir seus progressos e resultados com maior precisão e ainda poder compará-los com os de outros estudantes.

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