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Camilla Croso e René Varas*
Adital, publicado em 15 de setembro de 2011
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O que está acontecendo no Chile desmascara o que se acreditava ser um “modelo” educacional a ser seguido. Há mais de três meses, o movimento estudantil, junto a multidões de cidadãos e cidadãs, clama para que a educação seja reconhecida como direito humano fundamental e para que o Estado assuma seu papel de proteger, respeitar e realizar este direito, conforme ratificou em diversos tratados internacionais.

A cidadania chilena foi às ruas inúmeras vezes nos últimos meses salientando duas demandas centrais: a gratuidade da educação pública e o fim do lucro na educação. No Chile, grande parte da educação privada no país está subsidiada pelo Estado. As “escolas subvencionadas”, mesmo recebendo recursos públicos, podem selecionar os estudantes, cobrar das famílias e lucrar com o ensino. O resultado é uma verdadeira segregação entre pessoas de diferentes níveis de ingresso, configurando uma espécie de “apartheid educacional”.

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Angelica Bocca Rossi
Pedagoga – Pós-graduada em EaD
Tutora de sala – Pólo presencial UNOPAR – Marília/SP
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Quem foi que disse que para aprendermos alguma coisa precisamos estar “cara-a-cara” ou bem pertinho?

Já faz muito tempo que as distâncias estão diminuindo. Outro dia mesmo, nós seres humanos nos comunicávamos enviando cartas uns aos outros por diversos meios, nas menores distâncias usávamos os próprios escravos, nas maiores distâncias os mensageiros em seus cavalos velozes e para as distâncias mais longínquas, os navios (entre países).

Com o tempo, os mensageiros passaram a ter uniformes (amarelo e azul), equipamentos mais adequados bolsas apropriadas para carregar muitas correspondências, chapéus, sapados mais confortáveis e mais resistentes para suportar as longas caminhadas diária e, hoje em dia, um bom protetor solar.

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Arnaldo Niskier*
Correio Braziliense, publicado em 10 de setembro de 2011
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Ao falar em São João de Meriti, num seminário promovido pelo Agora-Sistema de Ensino, o professor José Arnaldo Favaretto foi categórico, ao afirmar que “o futuro começa hoje”. Logo depois, na cidade capixaba de Aracruz, no Congresso Conhecer 2011, abordamos o tema Educação do Futuro, mostrando que nossas perspectivas dependem basicamente do que for possível construir na atual geração. Ou seja, temos que melhorar substancialmente a qualidade do ensino, em todos os graus, para que possamos almejar um futuro de mais conforto para os nossos filhos e netos.

Cientificamente, sabemos que não são fáceis os exercícios de futurologia, sobretudo quando estão em causa nações em desenvolvimento. Teremos, num curto espaço de tempo, dois eventos exponenciais: a Copa do Mundo de futebol, em 2014, e os Jogos Olímpicos de 2016. Estaremos preparados, inclusive do ponto de vista de recursos humanos, para enfrentar esses desafios?

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