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Maurício Garcia

Prof. Dr. Maurício Garcia

Vice-Presidente de Planejamento e Ensino
DeVry Brasil
mgarcia@devrybrasil.com.br
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Essa cena é bem provável que tenha acontecido. O ano é 1806, estamos na cidade de Saalfeld, Alemanha. Diante de 12 mil franceses comandados por Jean Lannes, o Duque de Montebello, um dos mais talentosos generais de Napoleão, o jovem príncipe prussiano tamborilava os dedos em seu mosquete. Sabia que teria uma batalha dura pela frente, suas tropas também estavam ansiosas. Mas sua cabeça estava em outro lugar. Não ouvia canhões e tiros, ouvia música. Ouvia a música que tamborilava em seu piano imaginário. Lembrava-se do dia em que, aos 17 anos de idade, conheceu Mozart. Lembrava-se da homenagem que recebeu de Beethoven, que lhe dedicou o Concerto para Piano n.3 em dó menor, três anos antes. Sabia que tinha uma enorme obrigação com seus soldados, defendia seu País e tinha orgulho dessa responsabilidade. Mas também se orgulhava de suas composições musicais, que tanto impressionaram a Corte de sua época.

De fato, Friedrich Ludwig Christian, mais conhecido como Louis Ferdinand, príncipe da Prússia, foi um músico talentoso e um militar notável. Dedicou-se com igual intensidade a ambas carreiras e foi reconhecido por seu empenho. Morreu na Batalha de Saalfeld, aos 34 anos, lutando por seu País e sonhando com sua música.

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João Batista Araujo e Oliveira
Presidente do Instituto Alfa e Beto
Brasil Econômico, publicado em 14 de outubro de 2010
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Cada ano de escolaridade adicional vale muito mais para o cidadão do que o contracheque do Bolsa Família. Os candidatos José Serra e Dilma Rousseff devem se esforçar para convencer os eleitores de que a melhor política social é a educação de qualidade, aliada a uma sólida política econômica geradora de empregos qualificados. Se o país não entender isso, perderá postos de trabalho para os estrangeiros melhor preparados – o que já começa a ocorrer pelo descompasso entre a demanda do mercado profissional e o nível da educação da maioria dos brasileiros. As evidências sobre o retorno econômico da educação são abundantes. Cada ciclo de estudos concluído impacta positivamente de 30% a 100% a renda média das pessoas. Nos dois primeiros níveis, fundamental e médio, a qualidade não influi tanto no salário médio. Mas é a partir do ensino superior que os benefícios da educação de qualidade são mais sensíveis ao bolso.

Essa é uma grande jornada. No seu início, é preciso ir além do acesso e assegurar a igualdade de sucesso, o que se consegue com vigorosas políticas de primeira infância. Só creches não bastam, são necessárias ainda condicionalidades associadas ao Bolsa Família e muito mais. Há políticas eficazes e exemplos vitoriosos no Brasil e nos países desenvolvidos.

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Hermes Figueiredo
Presidente do Semesp
Revista Ensino Superior РEdi̤̣o 144
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Amplamente anunciadas pelo Ministério da Educação, em fevereiro, como uma alternativa eficaz de inclusão dos jovens na educação superior, as novas regras do Fundo de Financiamento ao Estudante de Ensino Superior, o Novo Fies, trouxeram grandes promessas e esperanças. Entre elas, a de se chegar a 200 mil contratos por ano, seis vezes mais que os cerca de 35 mil fechados em 2009.

O assunto, sempre polêmico no setor, reacendeu mais uma vez o debate – já abordado inclusive nesta página na edição de março deste ano da revista Ensino Superior – sobre políticas consistentes e concretas de crédito educativo no Brasil.

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