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Fábio Reynol – Agência FAPESP
Blog Marketing nas IES, publicado em 24 de outubro de 2011
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Programas de cooperação com outros países serão mais frequentes. Boa parte dos cursos será oferecida a distância. Alunos de graduação terão formação cada vez mais interdisciplinar.

Essas são algumas das tendências que deverão formar o perfil da universidade na década de 2020, segundo Julio Cezar Durigan, vice-reitor da Universidade Estadual Paulista (Unesp), que coordenou o 1º Ciclo de Debates “A universidade pública brasileira no decorrer do próximo decênio” , realizado em agosto no campus da Barra Funda, na capital paulista.

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Antônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Dia de Finados é ocasião propícia à meditação sobre a vida. Da vida que, inevitavelmente, culmina com a morte. Lidamos, na verdade, com duas entidades insondáveis e indissociáveis: o milagre da vida e o mistério da morte. Embora devamos fazer tudo e de tudo, dentro do razoável, em prol da saúde, certamente nossa hora vai chegar. E ninguém melhor do que o Eclesiastes, filho de Davi, para, com suas palavras, nos guiar nessa reflexão, nesse cair na real, refletindo no que se passa ao redor, sem estresse nem depressão. E nos permitindo adaptar o texto sagrado ao propósito de mesclá-lo com palavras de hoje.

Uma geração passa; outra lhe sucede. E a vida continua. A fila tem que andar. O show da vida não pode parar. E é, sem dúvida, fantástico, fantástico, esse show. O mais fantástico de todos os shows. O show do viver. O Sol nasce; o Sol se põe. E renasce, todo dia, do mesmo oriente. Atinge o apogeu ao meio-dia. Depois declina para o ocidente de toda tarde. O vento se espalha ao redor, e cessa. Na natureza há sempre espaço aberto para o vento refazer seus circuitos e seus redemoinhos. O vento é que sabe mesmo rodar a baiana. Todos os rios procuram o mar, e o mar nem por isso transborda. Os rios como que voltam à nascente donde partiram e suas águas voltam a rolar. E a fonte renasce, sempre a cantar, chuá, chuá, e as “água” a correr, chuê, chuê. Não há nada de novo debaixo do Sol, mas os olhos não se cansam de ver nem os ouvidos de ouvir. Há sempre lugares no mundo a visitar, músicas a ouvir, livros a ler, paisagens a contemplar, coisas a aprender, boas obras a praticar, orações a fazer, talentos a multiplicar.

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Maria Alice Setubal
Folha  de S.Paulo, publicado em 21 de outubro de 2011
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Temos a chance de fazer a revolução educacional que a sociedade demanda, mas para isso precisamos superar a aceitação das desigualdades

Não podemos aceitar como inevitáveis as cenas de guerra entre policiais, exército e moradores de comunidades vulneráveis a que assistimos diariamente pela mídia, assim como não é natural que grande parte da população sofra com falta de saneamento básico, vivendo em moradias precárias, em locais com poucos equipamentos de saúde, esportes e cultura, onde a violência e o tráfico de drogas denunciam a falta do Estado e de políticas públicas.

Não é normal que apenas 18,4% das crianças de zero a três anos tenham acesso à creche e que 25% das crianças de quatro a cinco anos estejam fora da educação infantil. É inadmissível que somente 51% dos jovens de 15 a 17 anos cursem o ensino médio. Ou ainda salas de aula fechadas por péssimas condições e Estados que não cumprem a lei do piso salarial dos professores, acordado em torno de R$ 1.200. 

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