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Ana Cássia Maturano *
G1, publicado em 1º de setembro de 2011
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Estão abertas as inscrições para os vestibulares. Com isso, não basta que se tenha estudado para as provas. Algo que os alunos estão fazendo há anos (ao menos as escolas têm exigido). É necessário que se tenha pensado em qual carreira profissional disputar nessa prova. O que terão que dizer quando preencherem os formulários.

Aquilo que deveria ter sido pensado e trabalhado com tempo, mas dificilmente totalmente resolvido, cai na teia do desespero – não se sabe ao certo o que escolher. Espera-se uma solução mágica.

E a solução vista por muitos é a dos testes vocacionais. Que ajudam, sem dúvida. Mas jamais vão ter o poder de decidir o futuro de alguém. Nem eles, nem os profissionais que os utilizam.

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Antônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Os sinais de pontuação marcam o compasso e a harmonia na entonação das palavras. Conhecidos também como pontos de suspensão, pontinhos, três-pontinhos, os pontos de reticência indicam um certo suspense. Dot dot dot, como na canção Honey Honey, de Mamma Mia. Reticenciar indica, pois, interromper a cadência, num texto, seja porque fica facilmente subentendido o que não foi dito, seja porque a conclusão é evidente, seja porque é intencional a omissão de uma coisa que se deveria ou se poderia dizer, mas apenas se sugere. Inclusive depois de uma interrogação (?…) ou de uma exclamação (!…). Em certos casos pode haver uma segunda intenção e até uma terceira intenção. A interrupção proposital no meio de uma frase atende pelo pomposo nome de aposiopese, como em: Filho de peixe… (subentendido: peixinho é).

“Reticências”, segundo Mário Quintana, “são os três primeiros passos do pensamento que continua por conta própria o seu caminho”. Ainda Quintana: “A maior conquista do pensamento ocidental foi o emprego das reticências”.

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Mauricio Garcia
PhD, Vice-Presidente de Planejamento e Ensino da DeVry Brasil
mgarcia@devrybrasil.com.br
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Elizabeth I foi rainha da Inglaterra de 1558 a 1603, a última da dinastia Tudor. Ficou conhecida com a “Rainha Virgem” pelo fato de nunca ter se casado. No ano de 1584, a Rainha deu permissão a Sir Walter Raleigh para que empreendesse viagem ao Novo Mundo e lá se estabelecesse em nome da Inglaterra. Começava a ocupação da América do Norte pela Inglaterra e nascia o que viria a se tornar os Estados Unidos. Em homenagem à Rainha Virgem, a região explorada recebeu o nome de Virgínia.

A ocupação do território americano se caracterizou por graves embates com as populações indígenas que lá existiam. Estima-se que mais de 20 milhões de índios tenham sido mortos ou dizimados por doenças exóticas, ao longo dos três primeiros séculos de ocupação. Todavia, num dos raros momentos de aproximação amistosa com os índios, teriam os ingleses convidados os índios a enviar seus jovens a estudar em suas escolas, para que pudessem se tornar indivíduos “civilizados”. Tempos depois, insatisfeitos com os resultados desse processo de “civilização” teriam escrito os índios aos europeus:

 
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