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Claudio de Moura Castro, Maria Helena Guimarães de Castro
Revista Interesse Nacional, Ano 4 – Edição 15 – Outubro a Dezembro de 2011
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Não há como negar a importância de saber quem manda na educação. De fato, tal conhecimento permite direcionar os esforços das políticas públicas para os atores mais relevantes no processo.

Mas de saída, temos de ser modestos em nossas pretensões de chegar a conclusões firmes e claras. O problema é conceitualmente resvaladiço e a evidência empírica bem magra. No fundo, navegamos com base em uma experiência própria acumulada – e que às vezes pode pregar peças.

Seja como for, achamos que vale o esforço de ver até onde conseguimos avançar com os poucos dados existentes e com uma inevitável dificuldade de definir até mesmo o que é “mandar”.

Para os nossos propósitos, diante de um conceito muito fluido do que seja “mandar”, fixamos algumas definições úteis para a análise:

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Roney Signorini

Prof. Roney Signorini
Consultor Educacional
roney.signorini@superig.com.br
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Na sexta-feira, 21, acordamos com o noticiário educacional informando sobre o aumento da carga horária diária na educação básica (fundamental e médio), que pode passar de quatro para cinco horas.

Desnecessário dizer que alguém terá de pagar essa conta, nas públicas e nas privadas. Na área educacional há modalidades diferenciadas de relações trabalhistas: o mensalista, o aulista, o horista, etc.

Assim, subir a carga de 800 horas em 200 dias letivos para 1.000 horas, ou seja, um acréscimo de 25% poderá encarecer essa prestação de serviço diretamente ao Estado e no bolso dos pais.

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Fernando Palacios
Administradores, publicado em 17 de outubro de 2011
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A instituição de educação superior é considerada uma organização estrutural e funcionalmente complexa. Sua complexidade e pluralismo decorrem em razão de seus objetivos múltiplos muitas vezes divergentes que envolvem desde a produção e a difusão do conhecimento e o desenvolvimento tecnológico, até a responsabilidade social, ou seja, a manutenção e a formação de valores sociais responsáveis pelo perfil da sociedade.

Complexidade e pluralismo estão também relacionados ao poder difuso existente no interior da estrutura organizacional (formal e informal) e à forma de atuação de seus agentes baseada no conhecimento dos processos de trabalho que lhes garante autonomia quase que plena, orientando-se, porém, muitas vezes, por valores contraditórios entre os diversos grupos que constituem a organização.

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