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Simone Iwasso
O Estado de S.Paulo, em 2 de agosto de 2010
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Uma das principais defensoras da reforma educacional americana – baseada em metas, testes padronizados, responsabilização do professor pelo desempenho do aluno e fechamento de escolas mal avaliadas – mudou de ideia. Após 20 anos defendendo um modelo que serviu de inspiração para outros países, entre eles o Brasil, Diane Ravitch diz que, em vez de melhorar a educação, o sistema em vigor nos Estados Unidos está formando apenas alunos treinados para fazer uma avaliação.

Secretária-adjunta de Educação e conselheira do secretário de Educação na administração de George Bush, Diane foi indicada pelo ex-presidente Bill Clinton para assumir o National Assessment Governing Board, instituto responsável pelos testes federais. Ajudou a implementar os programas No Child Left Behind e Accountability, que tinham como proposta usar práticas corporativas, baseadas em medição e mérito, para melhorar a educação.

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Folha de S.Paulo
Editoriais
Publicado em 6 de agosto de 2010
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Em conferência na Flip, Fernando Henrique valoriza Gilberto Freyre e relativiza interpretações dogmáticas acerca da história do país

Algumas desconfianças cercaram a conferência de abertura da Flip, encontro literário realizado em Paraty, litoral sul fluminense, na qual coube a Fernando Henrique Cardoso discorrer sobre Gilberto Freyre -o célebre autor de “Casa-Grande & Senzala”, homenageado pelo evento.

Em dias de disputa eleitoral, imaginava-se que o sociólogo poderia deixar-se dominar pelo ex-presidente e transformar a noite cultural em ocasião para proselitismo político. Especulava-se, além disso, sobre uma suposta adesão pública do ex-professor da USP ao mestre de Apipucos, sempre visto com reservas no ambiente universitário paulista, e definitivamente rechaçado ao manifestar apoio à ditadura militar e ao colonialismo salazarista.

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O Estado de S.Paulo РOpinịo
Publicado em 10 de agosto de 2010
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Uma das coisas mais admiráveis dos Estados Unidos é o senso comunitário de um bom número de seus empresários mais ricos e sua disposição de doar grandes somas para instituições beneficentes, universidades, museus, fundações socioculturais ou de pesquisa científica. A despeito das sequelas da crise econômica de 2008/2009, essa tradição continua viva, como mostra a divulgação da lista de 40 bilionários que se comprometeram a doar metade, pelo menos, de seu patrimônio por meio da organização Giving Pledge. A iniciativa de convocá-los foi de Bill Gates, cofundador da Microsoft, e de Warren Buffett, presidente da Berkshire Hathaway, que estão nos primeiros lugares entre os homens mais ricos do mundo e se destacam também como grandes filantropos.

Alguns bilionários assumiram compromisso com a Giving Pledge, mas preferiram permanecer anônimos. Mas Larry Ellison, da Oracle, acabou revelando a sua doação para dar um exemplo e influenciar outras pessoas ricas, apelando para sua generosidade, de acordo com um espírito caracteristicamente americano.

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