Luiz Edmundo Rosa
Diretor de Educação da ABRH – Associação Brasileira de Recursos Humanos
Presidente de Sessão do V Fórum de Gestão de Pessoas do GEduc 2012
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O setor de educação privado vive no Brasil um processo de profundas transformações. Depois de décadas de predominância de instituições familiares e oferta crescente de alunos, ele passa a viver uma nova fase. Constatam-se inúmeras aquisições e consolidações envolvendo grandes grupos empresariais e investidores, nacionais e estrangeiros.

Entre tantos empreendimentos, surge uma nova espécie de empresa, embasada em valores predominantemente financeiros, que se apóia em conceitos de gestão competitiva, buscando gerar o melhor e, se possível, o mais rápido retorno para seus investidores. Com esse propósito são contratados executivos do mercado que comandam processos de reengenharia, redução de custos, padronização de serviços, marketing agressivo etc., oferecendo cursos a preços reduzidos e volume elevado.

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Desejamos a todos que nos acompanharam ao longo deste ano e de toda nossa jornada um Natal repleto de harmonia, paz e luz, e que 2012 traga o espírito da renovação, para seguirmos trilhando nossos caminhos com dedicação e sucesso!
 
 
Carlos Drummond de Andrade
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Entre o gasto dezembro e o florido janeiro,
Entre a desmistificação e a expectativa,
Tornamos a acreditar, a ser bons meninos,
E como bons meninos reclamamos
A graça dos presentes coloridos.
Nossa idade – velho ou moço – pouco importa.
Importa é nos sentirmos vivos
E alvoroçados mais uma vez, e revestidos de beleza,
A exata beleza que vem dos gestos espontâneos
E do profundo instinto de subsistir
Enquanto as coisas em redor se derretem e somem
Como nuvens errantes no universo estável.
Prosseguimos. Reinauguramos. Abrimos os olhos gulosos
A um sol diferente que nos acorda para os
Descobrimentos.
Esta é a magia do tempo.
Esta é a colheita particular
Que se exprime no cálido abraço e no beijo comungante,
No acreditar da vida e na doação de vivê-la
Em perpétua procura e perpétua criação.
E já não somos apenas finitos e sós.
Somos uma fraternidade, um território, um país
Que começa outra vez no canto do galo de 1º de janeiro

 
Antônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Pra variar, com raiva, de certa feita Macunaíma quis bater num curumim, porém, apesar de herói sem nenhum caráter, lembrou de cor: “Quando você estiver embrabecendo conta três vezes os botões da vossa roupa”.

Macunaíma contou e ficou manso de novo.

O Natal produz um fruto de época chamado contar-até-três.

Há quem diga que três foi a conta que Deus fez, a conta da paz, a conta da concórdia. Esse fruto, que deveria dar o ano todo, foi anunciado pelo anjo:

“Paz na terra aos homens…”

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