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Édson Franco
Advogado, jornalista e professor universitário – Diretor da Faculdade de Estudos Avançado do Pará
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As agências internacionais de avaliação têm posto em cheque a vitalidade econômica de muitas nações desenvolvidas. Agora mesmo foi a vez da Itália. Nem se fale da Grécia ou de Portugal, nações na corda bamba dos débitos internacionais.

Ian Bremmer, cientista político e CEO da Eurásia Group, analisa a situação atual e acena para a tentação das nações emergentes de promoverem intervenção excessiva dos governos na economia dessas nações, atentando contra a competição sempre necessária. O intervencionismo estatal é algo que cheira ao ideologismo de alguns governantes.

No Brasil, o intervencionismo governamental na área da educação é algo que torpedeia as melhores intenções dos nossos educadores. Esse intervencionismo se faz presente por uma excessiva regulação que alcança diretamente as instituições de ensino superior particular.

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Por Prof. Dr. Adriano Rogério Goedert,
Pró-Reitor Acadêmico do Centro Universitário Curitiba (UNICURITIBA)
e Profª. Drª. Ely Mitie Matsuda,
do Centro Universitário de Maringá (CESUMAR)
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Buscando um posicionamento no mercado, as Instituições de Ensino Superior não medem esforços na captação de alunos para graduação e pós-graduação. O preço praticado é uma das ações mais comuns realizadas pelas IES. No entanto, sabe-se que somente isto não é o suficiente para fidelizar e manter o aluno na Instituição de Ensino. É necessário estabelecer uma política e culturalizar a percepção de valor x à formação profissional que a Instituição poderá oferecer ao aluno, de forma a garantir sua empregabilidade.

A preservação do núcleo constituído pelos discentes, docentes, técnicos administrativos é um fator critico de sucesso. Segundo pesquisa realizada pelo Instituto Lobo para o Desenvolvimento da Educação, da Ciência e da Tecnologia, Oscar Hipólito, afirma que somente 47,2% dos estudantes se titularam após 04 anos de estudos, baseado nos dados do último censo de 2009.

O desafio maior está na sensibilização dos atores envolvidos, responsáveis pelo processo de ensino x aprendizagem. Diante da premissa, como sensibilizar?

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Prof. Dr. Valmor Bolan
Doutor em Sociologia. Conselheiro da OUI-IOHE (Organização Universitária Interamericana) no Brasil. Membro da Comissão Ministerial do Prouni (CONAP). Consultor da Presidência da Anhanguera Educacional.
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A mil dias da COPA de 2014, ainda persistem dúvidas e apreensões sobre a capacidade do Brasil em atender todas as demandas existentes para assegurar o sucesso da maior festividade esportiva do planeta, que há décadas encantam o povo brasileiro. Em meio ao ceticismo de uns e até mesmo uma torcida contra de outros, o ministro de Esportes, orlando Silva, foi à televisão dizer que o governo vai dar conta de realizar a Copa, com a conclusão das obras que se fazem necessárias.  É certo que a realização do megaevento em nosso País abre muitas oportunidades, especialmente no setor do Turismo, daí que do ponto de vista da promoção do Brasil no mundo e da motivação dos profissionais brasileiros em crescer em seus negócios com a ocasião é meritória. Como país emergente, estamos numa fase de crescimento, e apesar das sombras da crise internacional, o Brasil sinaliza condições de superar a crise atual e ampliar seu espaço no mundo, daí que é preciso darmos apoio para que a Copa aconteça e seja exitosa.

Nesse sentido, ao contrário do que já se leu até em importantes editoriais de periódicos brasileiros, não é hora do governo recuar, mas intensificar os esforços para conseguir cumprir um cronograma de trabalho que permita viabilizar a logística necessária de infra-estrutura (especialmente estádios e aeroportos), para que os serviços prestados durante a Copa sejam satisfatórios a todos os envolvidos na festa esportiva, que deverá receber pessoas do mundo todo.

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