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Marco Gregori
Diretor do Instituto Superior de Comunicação Educacional (ISCE)
Sócio da EduInvest Ltda.
Formado pelo ITA, e MBA pela Wharton Business School
marcogregori@hotmail.com
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Na ultima década, o setor de educação passou por uma de suas maiores transformações. Ele se tornou um negócio atrativo para investidores e para profissionais de mercado, atrelado a um crescimento sem precedentes, na mesma medida em que o Brasil voltou a crescer a sua classe media. Com isto, rapidamente atingimos 8 milhões de alunos na educação superior.

Tal crescimento trouxe consigo a formação das “holdings” de grupos educacionais, que muitas vezes pareciam e imitavam os modelos de gestão das grandes corporações empresariais. Alguns destes grupos se lançaram no mercado de capitais, que rapidamente cresceram para se tornar entre os maiores do país, e do mundo.

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Wanda Camargo
Educadora e presidente da Comissão do Processo Seletivo das Faculdades Integradas do Brasil – UniBrasil
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Qualquer radicalismo funda-se em convicções tão arraigadas que não deixam espaço para o pensamento, aparentemente o radical descobriu uma verdade e parou de raciocinar. Esse o seu perigo, que o faz pouco adequado para o convívio social, e essa a sua força, a qual, às vezes, o faz necessário para a sociedade. As ideias, preconceitos, práticas, costumes estabelecidos, não mudarão apenas por via da argumentação racional; são aceitos como se fossem eternos e apenas serão modificados após o confronto com algo que tenha igual força.

O movimento feminista nasceu radical porque era preciso que o fosse. Sua gênese deu-se quando as mulheres eram pouco mais do que propriedade de homens, não herdavam bens, não tinham direito a voto quando havia democracia, não escolhiam com quem casar, não escolhiam casar ou não, não podiam trabalhar fora de casa ou estudar sem permissão masculina, quando trabalhavam recebiam salários inferiores ao de homens em mesma função (isso ainda não mudou muito), sua cidadania era de segunda classe, quando existia.

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Prof. Domingo Hernández Peña
Escritor, professor de Turismo, Honoris Causa pela Anhembi Morumbi, e consultor de Comunicação
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José María de Areílza, conde de Motrico (com quem mantive uma estreita relação pessoal, política e profissional), duvidava dos jornalistas e dos professores. Como político, ministro, embaixador e intelectual de renome, e até mesmo como presidente do grupo de empresas da sua família, Areílza sempre teve dificuldades para se entender com os que informam e opinam de tudo, e ensinam de tudo. Ele, vaidoso, culto, inteligente e exigente, achava impossível o milagre de tanta sabedoria, ganhando salários tão baixos… Ou não conheciam tanto como diziam, ou escondiam sentimentos e ressentimentos perigosos…

Eu, que me dediquei desde menino à Comunicação e ao Ensino, não poderia pensar exatamente como pensava o aristocrata que tanto me ensinou. Mas não tenho medo de confessar que “só sei que não sei nada”. Hoje, o conhecimento é tanto, e cresce e se diversifica de forma tão vertiginosa, que não há vida nem cabeça nas que possa entrar todo o saber surgido num instante. O que acontecia em séculos, agora acontece em minutos.

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