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Roney Signorini
Prof. Roney Signorini – Consultor Educacional
roneysignorini@ig.com.br
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Inicia-se um novo semestre letivo. Estarão nas salas de aula os rematriculados e os novos ingressantes dos seletivos. Os primeiros talvez tenham sido promovidos com aprovação total no semestre anterior ou carreguem alguma(s) dependência(s). Os segundos, muitos com mínima qualificação e capacitação para a carreira universitária, mesmo assim lograram ingresso. Outros deles atravessaram o vestíbulo da universidade carregando aprovações automáticas da educação básica. (Aliás, o candidato ao governo de São Paulo Aloísio Mercadante tem posição firmada, declarando que acabará com a aprovação automática nas escolas paulistas, se for eleito, mas não promoverá uma política de repetência dos estudantes da rede pública.)

Ambos os alunos (rematriculados e ingressantes) se sujeitaram a provas para a continuidade dos estudos. Mas, suas avaliações terão ocorrido com eficácia ou as aprovações decorreram de muita tolerância avaliativa, prevalecendo outros interesses do avaliador?

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Celso da Costa Frauches

Celso da Costa Frauches

Celso da Costa Frauches
Consultor educacional da Abmes e consultor sênior do Ilape
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A Secretaria de Educação Superior (Sesu) do Ministério da Educação (MEC) dispôs para consulta pública, em 29 de junho de 2009, em seu portal eletrônico, uma proposta identificada como “Projeto Referenciais Nacionais dos Cursos de Graduação”. A consulta deveria se estender até 31/7/2009, mas parece que foi prorrogada até 16 de outubro.

A Sesu justifica a sua proposta como sendo para “contribuir com a avaliação, a regulação e a supervisão dos cursos de graduação (bacharelado e licenciatura), com desdobramentos para a mobilidade e empregabilidade dos egressos desses cursos”. Vai além. Diz que tal instrumento “deverá constituir-se em referência para o aprimoramento dos projetos pedagógicos, para orientar estudantes nas escolhas profissionais e para facilitar a mobilidade interinstitucional, assim como propiciar aos setores de recursos humanos das empresas, órgãos públicos e do terceiro setor maior clareza na identificação da formação necessária aos seus quadros de pessoal”.

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Folha de S.Paulo
Editoriais
Publicado em 6 de agosto de 2010
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O país deveria estar debatendo o Plano Nacional de Educação que o MEC promete enviar ao Congresso até o final do ano. Não é trivial -o ministro Fernando Haddad pretende reduzir os 295 objetivos do plano prolixo a 25 metas que a população possa memorizar.

Em lugar dessas prioridades, contudo, discute-se a sexta falha grave relacionada ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
Haddad lançou uma série de projetos para pôr a educação pública brasileira nos trilhos. Um deles é transformar o Enem no filtro principal de acesso ao ensino superior, aposentando os famigerados vestibulares. Até o momento deu quase tudo errado, desacreditando uma iniciativa com méritos.

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