Para homenagear os professores de todo o Brasil, a ABMES publica uma sequência de artigos que resgatam sob pontos de vista diversos o importante papel que desempenham. 

Sergio Abreu reverencia a memória de Monina Távora 

Ao comunicar o falecimento, aos 90 anos, da violonista argentina Adolfina Raitzin Távora, no dia 17 de agosto de 2011, Sérgio Abreu escreveu um belo, profundo e emocionado depoimento sobre a grande artista e sua professora de violão, cuja íntegra, após sua gentil autorização, temos a honra de publicar. Além do depoimento – por meio do qual descreve a trajetória de sucesso, o grande talento, personalidade marcante de sua mestra bem e marcas  e ensinamentos deixados por ela na sua vida de violonista e luthier – Sergio Abreu presenteia os leitores com duas das primeiras gravações inéditas feitas por “Dona Monina”, no violão fabricado por ele: “Balada para Martin Fierro” do compositor argentino Ariel Ramirez e “Milonga Triste” do também argentino Agustín Piana. 

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Gustavo Iospchpe
Revista Veja, publicado em 10 de outubro de 2011
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Há uns dois meses, quis descobrir o total de funcionários do setor da educação no Brasil. O número de professores é bem conhecido dos pesquisadores, pois está na casa dos 2 milhões há alguns anos, mas não sabia quantos seriam os funcionários do setor que não são docentes.
 
Tenho um verdadeiro arsenal de dados estatísticos sobre a educação brasileira e internacional. Procurei em todos, inclusive em algumas sinopses estatísticas da educação básica, que são arquivos com mais de 200 planilhas, que informam até quantas turmas do ensino fundamental com menos de 4 horas/aula por dia há no Acre. Mas o número de funcionários não aparece em nem um único documento. Não está disponível para consulta em lugar algum. Fiz então uma consulta direta ao Inep, órgão do MEC responsável por avaliações e estatísticas. A resposta solícita veio no mesmo dia: incluindo professores, são mais de 5 milhões de funcionários na área da educação no Brasil, pouco mais de 4 milhões deles na rede pública.
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Édson Franco
Advogado, jornalista e professor universitário – Diretor da Faculdade de Estudos Avançado do Pará
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As agências internacionais de avaliação têm posto em cheque a vitalidade econômica de muitas nações desenvolvidas. Agora mesmo foi a vez da Itália. Nem se fale da Grécia ou de Portugal, nações na corda bamba dos débitos internacionais.

Ian Bremmer, cientista político e CEO da Eurásia Group, analisa a situação atual e acena para a tentação das nações emergentes de promoverem intervenção excessiva dos governos na economia dessas nações, atentando contra a competição sempre necessária. O intervencionismo estatal é algo que cheira ao ideologismo de alguns governantes.

No Brasil, o intervencionismo governamental na área da educação é algo que torpedeia as melhores intenções dos nossos educadores. Esse intervencionismo se faz presente por uma excessiva regulação que alcança diretamente as instituições de ensino superior particular.

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