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Prof. Roney Signorini – Consultor Educacional
roneysignorini@ig.com.br

Em outras oportunidades já destaquei a imensa importância que as IES deveriam atribuir aos egressos de seus cursos, voltando-se com políticas atraentes para a manutenção da relação deles com a escola (se é que ela existiu desde o ingresso, como manda o figurino), como quem cuida de um cliente cativo, reputando o MKT da fidelidade.
Afinal, o maior tesouro de uma escola é o aluno. Podem existir prédios, corpos docente e administrativo, bibliotecas e laboratórios, mas sem o aluno a escola padece, perece e desaparece.
São poucas as IES que dão atenção ao seu egresso e pouco se sabe deles após a solenidade de formatura.
Sequer podem se cadastrar numa AEA – associação de ex-alunos – por esta inexistir ou ex-alunos não se prestarem a alvo de pesquisas, por exemplo, a ser feita pela CPA da instituição.

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Prof. Dr. Valmor Bolan*

Este artigo é uma afirmação da superioridade do valor da pessoa humana sobre qualquer avanço ou utilização tecnológica.

O desafio do nosso tempo de globalização é otimizar as possibilidades tecnológicas com a valorização do ser humano, pois não somos contra os avanços da tecnologia, mas é preciso que a pessoa humana esteja em primeiro lugar. “Homens é que sois e não máquinas” advertiu Charles Chaplin, no filme “Tempos Modernos”. A pessoa humana não pode ficar refém da tecnologia, nem submetida a sua lógica, mas a tecnologia é quem deve estar a serviço da promoção da vida humana, em suas pujantes potencialidades.
Há uma tendência da sociedade hiper-tecnológica acentuar o individualismo, inserindo o ser humano numa espécie de redoma, onde fica mais difícil relacionamentos pautados em valores, e sim em conveniências utilitárias. Nesse sentido, é necessário estarmos atentos para que a tecnologia não nos escravize numa sociedade robotizada, com tudo calculado, sem espaço para a criatividade e o afeto humano.
Tudo isso reforça o conceito de que a felicidade humana não está no ter, mas no ser, isto é, a qualidade do que somos vale mais daquilo que temos. Não é fácil vivenciar este conceito, num mundo que vai idolatrando cada vez mais o dinheiro e a posse de bens materiais. O ser humano vale muito mais que aquilo que tem materialmente, pois os valores verdadeiramente humanos são imateriais, valores como a responsabilidade, o respeito ao outro e à sua liberdade, a gratuidade, a justiça e a solidariedade. Isso é o que não pode faltar nos relacionamentos humanos, numa sociedade super-tecnológica.
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Prof. Roney Signorini – Consultor Educacional
roneysignorini@ig.com.br
Dizem por aí que uma coisa é uma coisa e que outra coisa é outra coisa. Confere.
Do Aurelião, biruta é “Aparelho que indica a direção dos ventos de superfície, empregado nos aeródromos para orientação das manobras dos aviões, e que tem a forma de uma sacola cônica, instalada perpendicularmente à extremidade dum mastro.”
Assim, biruta maluca seria o instrumento girando em si mesmo, tresloucadamente, aos ventos de ciclones e tempestades sem definição de orientações. É o setor educacional no fundamental e médio. Assim, nossa aeronave de terceiro grau, do superior, é refém dos ventos. Como pousar e decolar com segurança, com vento pela frente pelos lados e pela cauda?
A compilação que segue, do noticiário nacional no mês de junho, vai além de preocupante pois tem de tudo, instituições educacionais em propósitos diagonais, considerações nefastas sobre a educação infantil e ensino médio, falta de plano de educação municipal e bibliotecas a construir pelo país. Desastres que se contrapõem a quem pretende a erigir Boa Imagem nas IES superiores e a construir Qualidade nelas.
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