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João Francisco Justo Filho
Folha de S.Paulo, em 26/07/10
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Como educador de uma escola de engenharia, o mercado financeiro causava grande frustração nos anos pré-crise. Naquele período, o mercado financeiro essencialmente monopolizava a contratação de egressos dos cursos de engenharia.

Um egresso com essa formação poderia perfeitamente se posicionar nesse mercado, sendo uma evidência de sua versatilidade profissional. Entretanto, me questionava: por que ensinar conteúdos programáticos de um curso de engenharia se o estudante migrava invariavelmente para o mercado financeiro, ignorando grande parte da sua formação técnica?

A crise tenha talvez dado a contribuição mais importante para resgatar o ensino universitário e endereçar essa questão. No pós-crise, diminuíram as oportunidades no mercado financeiro, ruindo o deslumbramento dos estudantes com a área. Resgatou-se a economia real, aquela que se baseia no crescimento da produção, inclusive produção intelectual.

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Roney Signorini

Prof. Roney Signorini
Consultor Educacional
roneysignorini@ig.com.br

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Embora com 64 anos de idade,  e não entenda nada de armas nem de munições,  começo a pensar na possibilidade de fazer um curso sobre  esses artefatos, tiro ao alvo, defesa pessoal, e comprar revistas especializadas. Quem sabe iniciar por estágios em “paint ball”. O mais perto que chego sobre algo contundente é o velho estilingue e nunca consegui sequer acertar um pardal, na infância.

Mas, cá pra nós,  o futuro se avizinha em escuridão, preto total, de onde precisarmos todos nos tornar Senhor da Guerra ou Senhor das Armas.

Essa foi minha percepção ao ler notícia no site R7 Notícias (veja aqui) sobre as declarações do candidato do PSOL à presidência nas próximas eleições,Plínio de Arruda Sampaio,  mais um que começa a dar tiros pra todo lado, nas quais ele “defende o fim das escolas privadas”, querendo tornar o sistema educacional totalmente público. Valha me Deus ! É o que faltava para uma festança,  tipo farra do boi educacional.

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Luiz Roberto Liza Curi
www.amanha.com.br, em 28/07/2010
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Vinte milhões de brasileiros devem acessar o ensino superior. O desafio do país é atender à demanda com qualidade. E para isso a rede privada é crucial

Nos últimos dez anos, o ensino superior se firmou no Brasil. Houve uma ampliação do número de vagas e os instrumentos de avaliação do Ministério da Educação se tornaram mais competentes. Entretanto, ainda hoje há quem veja a expansão do ensino superior caracterizada muito mais pelo apetite das universidades privadas – que estariam  ávidas por ocupar um mercado atrativo – do que por um processo de qualificação do conjunto do sistema educacional brasileiro. Esse raciocínio, embora conhecido, guarda uma série de desentendimentos. Vamos, então, ligar o farol alto.

As instituições privadas de ensino superior vêm dando enfoque à necessidade de atrair cada vez mais alunos. Essa atitude está longe de ser estranha ou errática: alunos, afinal das contas, são a razão de uma instituição formadora. O que soa estranho é o fato de que a necessidade de atrair alunos se tornou, exatamente, uma necessidade.
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