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Mariana Mandelli – Fonte O Estado de S.Paulo

O ensino superior privado do Estado de São Paulo registrou em 2008 a maior taxa de evasão dos últimos oito anos. O recorde é de 24,21% para a Região Metropolitana e de 21,10% em todo o Estado. Em 2000, 60.843 alunos da Grande São Paulo desistiram da faculdade. Em 2008, o número saltou para 168.452. O crescimento é de cerca de 178,5%.

Os dados, obtidos com exclusividade pelo Estado, fazem parte de um levantamento do Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado de São Paulo (Semesp). São considerados dentro do conceito de evasão alunos que abandonaram, trancaram, desligaram-se ou se transferiram para outra instituição. A pesquisa é realizada com base no censo da educação superior do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). Leia mais »

 
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Roney Signorini


Prof. Roney Signorini – Assessor Educacional
roneysignorini@ig.com.br

Teóricos sociais — sociólogos, antropólogos, psicólogos, pedagogos, etc. — já estão quase de acordo na separação dos grupos das gerações, cujos estudos e discussões vêm ganhando observadores atentos, sobretudo os operadores da educação brasileira, quanto aos perfis estabelecidos.
Por oportuno, o SEMESP, em São Paulo, discutirá em suas Jornadas Regionais a temática da Geração Y.

De alguns meses para cá a imprensa vem divulgando o assunto como que na tentativa de rastrear, principalmente, o público de hoje na universidade e com isso quase discutir alguns comportamentos dominantes nesse “lócus”. Inclusive, começa a surgir literatura nacional traçando balizas para as quatro gerações: a dos tradicionais, nascidos até 1950; a dos baby boomers, nascidos entre 1951 e 1964, ou seja, os situados hoje entre 59 e 46 anos de idade; os da geração X, nascidos entre 1965 e 1983, hoje situados entre 45 e 27 anos de idade; e ultimando com a geração Y, nascidos entre 1984 e 1990, hoje situados entre 26 e 20 anos de idade.
Há quem já esboce a geração C, geração M e a geração Z, (matéria publicada pela revista Veja, recentemente) os nascidos em 1991 para cá.

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Ana Tereza Pinto de Oliveira

Ana Tereza Pinto de Oliveira

Profa. Ms. Ana Tereza Pinto de Oliveira

Dias atrás li neste sítio interessante e curioso artigo, apócrifo, a respeito de um estudante que se envolvera com questão de Física e devia dar solução a uma medição da altura de um prédio com um barômetro. Vale a pena (re)ler.
A narrativa envolve três personagens: o universitário, o docente que propusera um problema de prova – e sua consequente avaliação –, além de outro docente chamado a “fazer a revisão da nota” atribuída, que fora zero, pelo inconformismo desafiador do estudante “prejudicado”.

Instigada por uma paronomásia (emprego de palavras semelhantes no som, porém diversas na significação), fiz uma reflexão a partir da leitura de Barômetro, induzida por outras sobre as gerações mais recentes, que pesquisadores e profissionais de RH, pedagogos e psicólogos vêm fazendo sobre as gerações de final de alfabeto – as chamadas gerações X, Y e Z. Esses profissionais estão tentando entender o comportamento de crianças e jovens multitarefas, que fazem muitas coisas simultaneamente e, colaborativos e ágeis, compartilham ideias com facilidade, mostrando-se acostumados a um ambiente de mudanças e incertezas.

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