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Maria Carmem Tavares Christóvam

Maria Carmem Tavares Christóvam

por Maria Carmem Tavares Christóvam *

Educação Superior Particular em debate no III Congresso Brasileiro da Educação

O panorama do III Congresso Brasileiro da Educação Superior Particular parecia-me diferente dos anteriores desde o momento em que li a programação. Realizado no período de 15 a 17 de abril, em Florianópolis, o tema central do evento foi discutir a participação do setor privado na construção do Plano Nacional de Educação 2011/2020.

Como nos congressos anteriores, o local abrigava muitos mantenedores, diretores, políticos e pesquisadores da área. Havia uma inquietação, uma determinação interna em cada um de nós para que saíssemos do encontro com ações palpáveis para os enfrentamentos necessários, diante da insatisfação generalizada com as atuais políticas públicas propostas pelo Ministério da Educação.

Ao longo do evento, percebi que os presentes teriam uma visão privilegiada dos problemas de regulação, supervisão e avaliação do Ensino Superior particular, pois bebiam de muitas fontes e, assim, valorizavam a manifestação do discurso de cada um dos presentes.

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Maria Carmem Tavares Christóvam

Maria Carmem Tavares Christóvam

Compiladora :
Maria Carmem Tavares Christóvam
é diretora da Gênesis Consultoria Educacional e consultora do Projeto Linha Direta.
E-mail: mariacarmem@linhadireta.com.br

O III Congresso Brasileiro da Educação Superior Particular – O Setor Privado como Ator e Parceiro na Construção do Plano Nacional de Educação (PNE) 2011-2020 – foi uma excelente oportunidade para uma reflexão sobre a importância e o papel que o setor exerce em todo o território nacional, os desafios enfrentados e as alternativas a seguir para a sua consolidação.

Vive-se ainda um Brasil de dualidade na educação: de um lado, há uma parcela da sociedade brasileira que já ingressou na chamada Sociedade do Conhecimento e, de outro, persistem diferenciais de acesso à educação, que estão a indicar a urgente necessidade de inclusão social neste campo. Nesse contexto, a educação superior particular se consolida, cada vez mais, como força viva e atuante e com um papel de relevo na geração e difusão do conhecimento.

O Congresso encerrou-se com a decisão de transformar seus resultados na denominada Carta de Florianópolis, tendo como foco oferecer à sociedade (governo e Congresso Nacional) subsídios para a elaboração do Plano Nacional de Educação (PNE) 2011/2020.

Assim, os dirigentes do Fórum das Entidades Representativas do Ensino Superior Particular, considerando as reflexões, debates e conclusões do Congresso, expressam os seguintes compromissos e expectativas:

• Lutar pelos direitos assegurados pela Constituição Federal, especialmente os identificados com a livre iniciativa na oferta do ensino, com o pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas e com a coexistência de instituições de ensino públicas e privadas.

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Jornal El País
J. A. Aunión / J. Rudich – Madri / Viena – 12/03/2010

O saldo da reforma universitária

As universidades reconhecem que os novos cursos têm pouco valor em países como Alemanha e Áustria, onde o Mestre é a chave para um bom trabalho – A reforma enfrenta sua fase final.
O processo de Bolonha * já está estabelecido na maior parte das universidades de 47 países da Europa e agora o Cazaquistão, que acaba de entrar terá de implementá-lo. As mudanças estão prontas no papel, entre outras questões, com uma estrutura similar em três níveis: graduação, mestrado e doutorado, e os responsáveis por esses países começaram uma reunião ontem, em Budapeste, e um encontro conclusivo hoje em Viena, para comemorar.
O Secretário de Estado para as universidades espanholas, Marius Rubiralta disse que: “O processo é uma experiência única” acompanhado de perto por todo o mundo.” A comissária européia para a Educação, Androulla Vassiliou, acrescentou: “Podemos estar orgulhosos das realizações”, mas “o sistema ainda não é perfeito.”
Na verdade, não é. Universidades e estudantes detectam falhas, como falta de financiamento e os problemas em pilares básicos da reforma como a mobilidade ou a melhoria de oportunidades de emprego para os formados. A questão principal neste contexto é se o grau (nível básico em Espanha substituem graduações e licenciaturas) está sendo o suficiente para entrar com boas condições ao mercado de trabalho, segundo o relatório publicado pela Associação Européia de Universidades (EUA, sua sigla em Inglês), com base em questionários enviados aos chefes de 821 instituições de ensino superior e 27 conferências nacionais de reitores.

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