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Caio Polizel*
caio@hoper.com.br
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Você sabia que é crescente o número de Instituições de Educação Superior – IES que vêm utilizando a Gestão do Conhecimento – GC para facilitar o alcance de objetivos, metas e das missões institucionais?

Pesquisadores como Geng et al. (2005) comprovam tal questionamento salientando que, mais gestores institucionais percebem que a GC aplicada às IES possibilita a utilização do conhecimento para o alcance de resultados.

É possível destacar que todos os integrantes de uma empresa, organização ou instituição de educação, sejam eles reitores, diretores, gerentes, coordenadores, analistas, profissionais das diversas áreas, ou mesmo funcionários operacionais e de suporte, são, em conjunto, os mais importantes gestores do conhecimento.

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Hugo Eduardo Meza Pinto e Marcus Eduardo de Oliveira
Gestão Universitária, publicado em 15 de setembro de 2010
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Hipoteticamente, imagine a situação do Brasil depois de ter recebido duas bombas atômicas sob uma guerra qualquer. Imagine mais ainda: que todo o orgulho do país tenha sido arrasado, tal qual sua infraestrura econômica e social. Para piorar esse cenário de pura imaginação, mentalize que o Brasil não tenha nenhuma riqueza de recursos naturais (nada de Amazônia, nem de Mata Atlântica), nem a riqueza mineral que ora possui. Dentro desse exercício imaginativo pense, agora, que o espaço geográfico desse país fosse composto por ilhas vulcânicas, suscetíveis a tremores de terra no último grau da escala Richter.

Imaginou? Seria um caos, não é verdade? Se pensar que este é um dos piores cenários dos mundos, se surpreenderá ao saber que, no século passado, depois da Segunda Guerra Mundial (pós-1945), o Japão contava com todas essas características acima descritas, com exceção dos recursos naturais em larga escala.

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Denis Mello
Administradores.com.br, publicado em 14 de setembro de 2010
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Por conta da atividade de consultor, tenho a oportunidade de manter contato frequente com jovens executivos, em sua maioria, recém-formados, cuja carência acadêmica aponta para uma constatação recorrente: o distanciamento da realidade do mercado no qual atuam.

A despeito de inteligência, boa formação teórica e disposição em aprender e apreender novos conhecimentos, a maior parte desses jovens chega ao mercado de trabalho incapaz de dominar práticas inerentes à área para a qual foram “formados”. Isto por que o modelo do Ensino Superior brasileiro é a antítese do conceito Aristotélico de que “é fazendo que se aprende a fazer aquilo que se deve aprender a fazer”. A formação universitária, ao privilegiar a visão teórica acadêmica, afasta-se da dinâmica de um mercado que muda a cada dia.

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