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Professor Eduardo Jablonski
Zero Hora, 30 de julho de 2010
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Hoje, pouco antes de começar minha aula, ouvi aluna defendendo a seguinte opinião: “Para que fazer faculdade? Depois ficaremos obrigatoriamente desempregados. Todos os meus conhecidos que se formaram não trabalham na área.” Aristóteles que me perdoe, mas ela tem e ao mesmo tempo não tem razão. Pela minha experiência, acompanhando a carreira de centenas e até milhares de pessoas nos últimos 20 anos, concluo que as pessoas graduadas com nível superior se dividem em três grupos.

O primeiro abriga os relapsos, os que não gostam de estudar, os que faltam muitas aulas, os que copiam trabalhos de colegas ou da internet, os que não prestam atenção na fala do professor, os que não leem a bibliografia solicitada, os que não pesquisam, os que não procuram livros sobre a matéria, para tentar se aperfeiçoar, os que faltam às aulas quando há palestras. Esses caras jamais conseguirão trabalhar na área na qual se formaram. Se arranjarem vaga, será com certeza por tempo reduzido. A incompetência os demitirá. Sei de jornalista de meio impresso que acha que repórter não precisa dominar a gramática da Língua Portuguesa. É por pensar assim que ele, em 15 anos de profissão, tendo se formado em grande universidade, nunca obteve espaço em grandes jornais.

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Prof. Dr. Valmor Bolan
Doutor em Sociologia
Diretor da Universidade Corporativa Anhanguera e de Relações Institucionais da Anhanguera e Reitor do UNIA
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Este artigo é uma condenação à intromissão daqueles que acham que podem regular e controlar tudo, inclusive as relações amorosas entre pais e filhos.

O fato é que a chamada lei da palmada não vai pegar. Mais uma vez o governo se mete num assunto que não é da sua competência, entrando muito ousadamente na esfera familiar. O problema é que uma lei como esta, que pune os pais por dar palmadas em seus filhos, interfere numa área que não é incumbência do Estado. Este tema, aliás, já foi objeto de reflexão na Antigüidade, abordado na tragédia Antígona e Creonte, de Sófocles. É, portanto, uma questão antiga.

O conflito entre família e Estado, especialmente quando o poder público, que deveria ser promotor da vida e da família, se volta contra o direito natural, e quer legislar aonde não deve.

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Fernando Leal
Jornal Destak – 28/07/2010
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Nos próximos quatro anos, o ensino médio deve ocupar o primeiro lugar na pauta da educação brasileira. Não há escolha: ou o país enfrenta a grave crise que atinge a escola oferecida aos jovens de 15 a 17 anos ou vai condenar a “morrer na praia” um contingente crescente de crianças que vêm ingressando no sistema público e conseguindo concluir o ensino fundamental, com qualidade um pouco superior que a de períodos anteriores.

Os números do ensino médio atualmente são muito ruins. Cerca de 80% dos jovens entre 15 e 17 anos estão na escola, mas só metade destes cursa a série correpondente à sua idade. De 10 milhões nessa faixa etária, apenas 1,8 milhão conclui o 3º ano do ensino médio, e só 9,8% dos que estão no 3º ano aprenderam o que é esperado para essa série, segundo critérios no movimento Todos Pela Educação.

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