Prezados associados, parceiros, colaboradores e todos que nos acompanharam durante o ano de 2010,

Que o Natal possa trazer a todos nós o que ele tem de mais misterioso e ao mesmo tempo mais simples – a renovada esperança de que tudo há de ser melhor. Sim, tudo há de ser melhor! E como será? 

“Voe nas asas de Drummond” – que agora é um “anjo” – para conhecer a sua proposta de organização do Natal. Boa reflexão!

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Organiza o Natal

Carlos Drummond de Andrade
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Alguém observou que cada vez mais o ano se compõe de 10 meses; imperfeitamente embora, o resto é Natal. É possível que, com o tempo, essa divisão se inverta: 10 meses de Natal e 2 meses de ano vulgarmente dito. E não parece absurdo imaginar que, pelo desenvolvimento da linha, e pela melhoria do homem, o ano inteiro se converta em Natal, abolindo-se a era civil, com suas obrigações enfadonhas ou malignas. Será bom.

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Maria Beatriz de Carvalho M. Lobo e Roberto Leal Lobo e Silva Filho
Instituto Lobo para o Desenvolvimento da Educação, da Ciência e da Tecnologia
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Esse grande mercado de massa que o Brasil precisa formar em nível superior deve ser atendido por um modelo de grandes redes?

O ensino superior brasileiro, após um longo período de estagnação e um crescimento médio, até 1996, de cerca de 1,3% ao ano, passou por amplo processo de crescimento, chegando a atingir 17% em 2000. Esse período se caracterizou pela ampliação do setor privado.

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Carlos Alberto Sardenberg
O Estado de S.Paulo, publicado em 13 de dezembro de 2010
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Que tal ensinar música para nossos alunos do ensino fundamental? E Sociologia, incluindo, por exemplo, cultura indígena e negra? Faz sentido, parece uma boa causa. Mas o último Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa, na sigla em inglês) – testes aplicados a estudantes de 15 anos de 65 países -, cujos resultados foram divulgados na semana passada, mostrou que nossos rapazes e moças ainda não são bons em língua, Matemática e Ciências (Física, Química e Biologia, no essencial). Na verdade, ficaram nos últimos lugares, embora tenham melhorado em relação ao teste anterior, de 2006. Não seria o caso de concentrar os esforços de todos em aperfeiçoar o ensino daquelas disciplinas?

Muitos argumentam que não. Dizem que a escola deve formar bons cidadãos, com formação em humanidades, artes e socialização. Faz sentido, de novo. Seria possível argumentar que a função principal da escola é ensinar justamente aquelas disciplinas do Pisa – como se entende amplamente pelo mundo afora. Mas podemos evitar perder tempo com essa discussão.

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