Prof. Roney Signorini – Consultor Educacional
roney.signorini@superig.com.br
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Quando dei os primeiros passos no jornalismo, na década de 60, caí no poço da realidade profissional e do primitivismo secular da impressão de notícias e reportagens. Sem pauta definida, saía às ruas para coletar fatos e transformá-los em notícias. Na volta, sentado diante de uma Remington, redigia o apurado entregando as laudas para os linotipadores — profissionais que “digitavam” os textos em máquinas LinoType.

Os tempos eram outros, claro, com jornalismo de imersão profunda e aguardava-se cansativamente o instante em que “aquelas maravilhosas máquinas” vomitassem as linhas (a uma ou duas colunas) para seguirem até a revisão(?). A revisão era feita por qualquer semialfabetizado, pois o que importava era a fidelidade do texto na lauda em comparação com o que havia sido digitado. Nada de correção do vernáculo, sugestões de propriedades vocabulares, etc. etc. Esses “revisores” nunca tinham ouvido falar de Napoleão Mendes de Almeida, nem do Aurelião, nem de Cretella Júnior. Simplesmente, o que estava na lauda deveria estar no “copião” para a revisão.

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Introdução por Cecília Horta
Assessora Acadêmica da ABMES
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Os momentos de mudança pelos quais estamos passando – não só no Brasil como no mundo – são uma excelente oportunidade para reflexão e crescimento.

Para que possamos fazer juntos  esse exercício, convido-os a ler o belíssimo discurso do personagem de Charles Chaplin proferido ao final do filme “O Grande Ditador”(1940), abordando os direitos humanos no contexto da Segunda Guerra Mundial, e, em seguida, assistir ao vídeo e se emocionar ainda mais com a magnífica combinação de som e imagem para expressar um ideário tão adequado aos dias de hoje em busca  de um mundo melhor e mais justo.

“Todos nós desejamos ajudar uns aos outros. Os seres humanos são assim. Desejamos viver para a felicidade do próximo – não para o seu infortúnio. Por que havemos de odiar e desprezar uns aos outros? Neste mundo há espaço para todos. A terra, que é boa e rica, pode prover a todas as nossas necessidades.”

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Carlos Alberto Chiareli
Ex-Ministro da Educação e Presidente da ACED (Associação da Cadeia Produtiva de Educação a Distância)
Folha de Pernambuco, em 5 de novembro de 2010
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Os avanços da Educação a Distância no Brasil são incontestáveis. Dados do Ministério da Educação (MEC) mostram que um em cada cinco novos alunos de graduação no País opta por um curso nessa metodologia.

De acordo com o Instituto Nacional de Ensino e Pesquisa (Inep), em 2009, eram 6,4 milhões de matriculados nessa metodologia no Brasil. Como em 2006, eram 2,4 milhões, ocorreu um avanço de 62,5%. O número de instituições de ensino passou de 25, com a oferta de 46 cursos, em 2002, para 115, com 647 cursos, em 2008.

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