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Prof. Paulo Vadas

Imagine a situação: ela terminou o segundo grau quando a Segunda Guerra Mundial estava chegando no seu auge. Morava na Hungria e acabou sendo presa pelos nazistas, ficando confinada com sua mãe e irmã em um gueto. Ao final da guerra, liberada, casou-se em abril de 1945. No final de 1946, com filho de um ano no colo e grávida de 8 meses, mudou-se com o marido para o Brasil.

Aprendeu a falar português com certa facilidade (já era fluente em húngaro, alemão e francês – típico dos cidadãos dos países da Europa Central). Certo dia, caminhando pela Praça da República, viu um daqueles livros de romance em inglês – os chamados pocket-books (livros de bolso). Se apaixonou pela capa e comprou o livro, acompanhado pela compra de um dicionário inglês/português.
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Prof. Dr. Fábio José Garcia dos Reis – Diretor do Centro UNISAL – Lorena
www.fabiogarciareis.com
Outubro de 2009

A U.S. News é uma empresa especializada na publicação de rankings nos Estados Unidos e acaba de publicar a edição 2010 da U. S. News America’s Best Graduate Schools nas áreas de Administração, Direito, Medicina, Educação e Engenharia. Os critérios utilizados para o ranking são: empregabilidade, tempo que o aluno egresso leva para conseguir um emprego após a obtenção da graduação, qualidade da universidade medida pela opinião dos empregadores, processos de Acreditação que a universidade solicita, critérios de seleção dos estudantes e o tempo que os alunos dedicam aos estudos. Não há de forma explícita critérios acadêmicos como titulação dos docentes, tempo de dedicação dos docentes na IES, número de livros na biblioteca e formação acadêmica dos coordenadores.

Mede-se emprego, salário e reconhecimento da sociedade. Pode-se supor que uma pessoa formada por uma IES com bom índice de empregabilidade e legitimada pelos empregadores e que tenha egressos com bons salários é uma IES qualificada academicamente. Por outro lado, uma IES com doutores e professores com tempo integral não é, necessariamente, uma IES com bons indicadores de empregabilidade e que tenha egressos com bons salários.
O professor William Tierney, diretor do Center for Higher Education Policy Analysis, argumenta que todos discordam dos critérios do ranking do U.S. News, mas todas as IES buscam as melhores colocações nos rankings, pois sabem que há impacto de seu resultado e que de alguma forma o ranking reflete a capacidade da universidade em empregar seus alunos.
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Por Bianca Estrella (assessora de imprensa da ABMES)

Aparentemente os parlamentares presentes no seminário “O papel da iniciativa privada no ensino superior: realidade e desafios para o futuro”, realizado na última quarta-feira (11) no Senado Federal, entenderam o recado dos mantenedores que tiveram voz na Casa.

Ao final do encontro o senador Romeu Tuma (PTB-SP) afirmou ter recebido ali as informações do que vem ocorrendo e as dificuldades dos mantenedores junto ao Ministério da Educação (MEC). Segundo o senador “as modificações através de regulamentos e resoluções a algumas leis estão confrontando o que deve realmente ser feito”. Para Tuma “há uma velocidade muito grande do ministério querendo modernizar e ferindo um pouco os princípios da legislação e pegando de surpresa algumas mantenedoras que têm dificuldades mas se empenham para atender as recomendações”.

O presidente da Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE), senador Flávio Arns (PSDB-PR), disse: “vamos pedir estudos para a consultoria do Senado para detalhar as necessidades para pensarmos em encaminhamentos para soluções junto com as instituições, o Ministério da Educação e outros órgãos que por ventura sejam responsáveis”.

E no dia seguinte…*

Senador Flávio Arns

Senador Flávio Arns

Já na quinta-feira (12), posterior ao seminário, o senador Flávio Arns afirmou na reunião da CE estar indignado com a questão da prova do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), em que é feita apologia direta ao Presidente da República, acerca do desempenho do País no enfretamento da crise econômica mundial. “Bajular autoridades é tentação à qual o burocrata incompetente por vezes sucumbe, mas fazer isso na prova do ENADE chega a ser uma improbidade administrativa”.

Para o Senador, a questão deve ser anulada, pois faltou a resposta correta, que seria letra f: Esta questão é para agradar ao presidente Lula. “Essa flagrante atitude de propaganda do governo desmerece os estudantes brasileiros, que têm no ENADE a oportunidade de avaliar seus conhecimentos. Isso põe em risco a credibilidade do exame – tudo o que não precisamos é de marola na prova do ENADE”, conclui o Senador.

* Com informações da assessoria de imprensa do senador Flávio Arns (PSDB-PR)

 
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