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Posts Tagged ‘avaliação institucional’

Maria Tereza de Moura Leite
Gerente de Relacionamento com Docentes da Estácio
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Ao longo da história, a visão que se teve sobre os processos de ensino-aprendizagem e, como consequência, a explicação do que ocorre na sala de aula, do mesmo modo que nos outros âmbitos do conhecimento, evoluiu de visões e explicações muito simples para a compreensão e aceitação da extraordinária complexidade do ensino, que passa a exigir, cada vez mais, uma reflexão sobre a realidade circundante, igualmente complexa.

Para responder aos desafios da transformação que ocorre nos sistemas educacionais e, em especial no ensino superior, o papel do professor deve também evoluir. Espera-se dele, fundamentalmente, que seja capaz de organizar, executar e avaliar situações de aprendizagem, com foco no aluno, que atendam aos diversos perfis profissionais estabelecidos pela legislação de ensino brasileira, abandonando a ideia de que sua tarefa está adstrita à mera transmissão de informações, bastando, então, o conhecimento de um conteúdo específico e de certos procedimentos de ensino.

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Paulo Cardim
Reitor da Belas Artes e Diretor-Presidente da Febasp
Membro do Conselho da Presidência da ABMES
Blog da Reitoria, publicado em 15 de outubro de 2013
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“Ensinar exige rigorosidade metódica” (Paulo Freie)
“Avaliar também” (Paulo Cardim)

A publicação dos resultados do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes, o Enade, no último dia 7, como nos anos anteriores, gerou debates, discussões e explicações políticas sobre os objetivos reais desse tipo de exame, suas consequências e os seus reflexos sobre a comunidade acadêmica e a Lei nº 10.861, de 2004, que institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior, o Sinaes.

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Gabriel Mario Rodrigues
Presidente da ABMES
e Secretário Executivo do Fórum das Entidades Representativas do Ensino Superior Particular
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“O pregar, que é falar, faz-se com a boca; o pregar, que é semear, faz-se com a mão. Para falar ao vento, bastam palavras; para falar ao coração, são necessárias obras.” (Pe. Antonio Vieira, Sermão da Sexagésima, 1655.)

O semáforo é chamado de “sinal luminoso” em Portugal, de “sinal” no Rio de Janeiro, de “sinaleira” em alguns estados do nordeste e de “farol” em São Paulo. Policiais criaram em meados do século 19, em Londres, um artefato controlador para organizar o trânsito de carroças, cavalos, vagões e pessoas: uma lanterna a gás com luzes nas cores vermelha e verde e dois braços de madeira que eram por eles manobrados. De dia, se estivessem na horizontal, todos deviam parar. Se levantados, podiam passar. À noite, a luz verde das lanternas significava passagem e o vermelho parada. Depois de um mês, devido ao vazamento de gás, houve uma explosão que deixou o “invento” sem uso por muitos anos.

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