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Posts Tagged ‘CNE’

Paulo VadasPaulo Ivan Vadas
Professor, palestrante, escritor e consultor em educação para instituições de ensino superior no Brasil e nos EUA
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O processo educativo ocorre em todas as circunstâncias da vida humana, em todos os locais e em todos os tempos, em maior ou menor intensidade, formal ou não, com melhor ou menor qualidade[1]

Sem dúvida, as mais recentes tecnologias da informação e da comunicação, criadas principalmente nos últimos trinta anos, estão afetando profundamente o setor educacional formal, principal detector das informações científicas dos últimos mil anos, se não dos últimos cinco mil anos.[2] O que mais tem afetado a capacidade de assimilação dessas novas tecnologias de comunicação tem sido a rapidez com que elas vêm se desenvolvendo, convergindo, e mudando as formas de se comunicar.

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Paulo CardimPaulo Cardim
Reitor da Belas Artes e Diretor-Presidente da Febasp Membro do Conselho da Presidência da ABMES
Blog da Reitoria, publicado em 10 de novembro de 2014
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A Lei nº 13.005, de 25 de junho último, que aprova o segundo Plano Nacional de Educação (PNE), com vigência para a próxima década, tem, entre as suas dez diretrizes, a de “formação para o trabalho e para a cidadania, com ênfase nos valores morais e éticos em que se fundamenta a sociedade”. Apenas um item, um inciso, mas que engloba ações que vão muito além da sala de aula. Estão na raiz dos principais problemas da educação brasileira, em todos os níveis de ensino.

Reza o art. 205 da Constituição que “a educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”.

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Cecilia Rocha HortaCecília Eugenia Rocha Horta
Diretora Acadêmica da ABMES
Professora aposentada da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), MG
abmes@abmes.org.br
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É preciso ver o que não foi visto, ver outra vez o que se viu já, ver na primavera o que se vira no verão, ver de dia o que já se viu de noite, com o sol onde primeiramente a chuva caía, ver a seara verde, o fruto maduro, a pedra que mudou de lugar, a sombra que aqui não estava. (José Saramago)[1]

O trigésimo segundo aniversário da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), comemorado no dia 30 de agosto de 2014, é um convite à reflexão sobre a sua trajetória de sucesso como também sobre a sua missão qual seja a de “contribuir para o desenvolvimento global das instituições mantenedoras associadas e defender a livre iniciativa, por meio da articulação do governo com a sociedade visando à melhoria da educação superior no país”.

A ABMES, tal como um viajante visionário, percorre há mais de três décadas os “caminhos da educação”, tendo como tradição histórica unir companheiros mantenedores que compartilham dos mesmos ideais. O início da viagem coincide pois com o período em que jovens dirigentes de instituições de ensino superior (IES) particulares — convidados e incentivados pelo governo — já participavam da oferta do ensino superior no País e precisavam de uma associação que os representasse nacionalmente. Tal como observa Paschoal Laércio Armonia, membro da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação (CNE), “o papel desempenhado pela ABMES tem sido fundamental para uma profunda reflexão sobre os caminhos que devem ser trilhados pelo ensino superior privado no intuito de alcançar e excelência preconizada pelo Ministério da Educação”[2].

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