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Posts Tagged ‘Dia das mães’

Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Uma tatuagem consiste na introjeção, sob a epiderme, de substâncias corantes a fim de apresentar, na pele, nomes, desenhos, pinturas. Na nossa mão, de nascença, gravado está um “M” de Maria, M de Mãe. Conclui Martins Fortes: “Quer dizer – Mãe! este M tão perfeito. / E, com certeza, em minha mão foi feito / Para, quando eu for bom, pensar em ti.” Mais que, sob a epiderme, em histologia, porção superficial da pele, o nome de nossa mãe introduzido está sob a epiderme da alma. “Alma, ‘deixa eu’ tocar sua alma com a superfície da palma da minha mão”.

Mãe é como um bolo de aniversário, como o bolo no Dia das Mães. Partido e repartido em fatias, que dá para todos os convidados. E ainda sobra. Um coração dilacerado nesse sentido, pois se deixando fatiar para dar de comer aos filhos. Coração de mãe não se engana e é espaço onde sempre cabe mais um. Todos os filhos. Ou como casa de mãe: onde come um, comem dois, três…

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Dia das mãesAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Feto, todo o mundo sabe o que é. Pois bem. O amor materno germina igualmente no início da concepção, brota, expande-se, traduz-se efetivamente em afeto. A partir do embrião, princípio, origem, gênese, nascente inicialmente minúscula, o feto se desenvolve, encontra o caminho da vida. Passa a ter, então, nome próprio, com letra inicial maiúscula.

Minha filha está grávida. Assim, neste Dia das Mães, em busca de uma reflexão, viajo, em espírito, especulando efetiva e afetivamente. Especulando uma relação de dentro para fora, do seio materno para a aurora da vida. Com efeito, à primeira vista, aparentemente pelo menos, a palavra feto não tem nada a ver com afeto. Contudo, rimando feto com afeto, acrescento um “a” no início da palavra feto e, harmoniosamente, tudo se encaixa na rima do poema vivo do amor materno: feto e afeto. Afeto de mãe e feto brotam do mesmo nascedouro, o corpo da mulher. O feto provém do útero; o afeto, do coração. Uma simbiose perfeita de entendimento íntimo entre carnal e espiritual, entre feto, mãe e afeto.

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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O foco no Dia das Mães é o amor. Ou melhor, amar. Amar é amor que não envelhece. Conta-se que, quando Michelangelo terminou de esculpir a Pietà, perguntaram-lhe por que representara Nossa Senhora mais jovem que seu filho. Ao que ele teria respondido: “Pessoas que amam verdadeiramente e são fiéis não envelhecem”.

Na verdade, é mais fácil definir amar do que amor, pois, na realidade, na concretude da vida, não existe amor. Para Roger Vailland, não existe amor; dão-se provas de amor. E, para Cyro dos Anjos, em Abdias: “O amor sempre me pareceu algo indefinível, nas suas infinitas gradações e na sua variedade, de indivíduo para indivíduo. Dele se poderá dizer, porventura, o que dizem os médicos em relação à doença, cuja existência, em si, negam: Há doentes, e não doenças. Haverá o ser que ama, e não o amor”.

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