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Posts Tagged ‘educação’

Janguiê Diniz*
Diretor presidente da ABMES
Reitor da UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
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Até 2024, o Brasil precisa ver seus índices educacionais saltarem em proporções desafiadoras se quiser atingir as metas estabelecidas no Plano Nacional de Educação (PNE). Em 2014, quando o governo se propôs a elevar a taxa bruta de matrículas na educação superior para 50% e líquida para 33%, já sabíamos que não seria uma missão simples. Mas naquele momento, com o incremento recente nas políticas públicas do setor educacional, houve expectativas de que a educação ganhasse status prioritário na agenda e orçamento governamentais.

Mas nos anos seguintes, medidas como a interrupção drástica da expansão do Fies, política pública estratégica para a educação superior, nada contribuíram para o crescimento dos índices de escolaridade, comprometendo os indicadores duramente conquistados nas últimas décadas e nos distanciando ainda mais das metas do PNE. Leia mais »

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Sólon Hormidas Caldas
Diretor Executivo da ABMES – Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior
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Vivemos em uma nação extremamente desigual e não há inclusão social se não for por meio da educação. Embora entoemos esse mantra há décadas, onde estamos errando? Por que não conseguimos avançar significativamente nos nossos indicadores de desenvolvimento humano?

As respostas para esses questionamentos são diversas, mas boa parte delas passam, necessariamente, pelos baixos índices educacionais da nossa população. O atual panorama educacional do país nos mantém reféns de um círculo vicioso que resulta em baixa produtividade, baixo desenvolvimento econômico e, consequentemente, baixo desenvolvimento social. Leia mais »

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Janguiê Diniz*
Diretor presidente da ABMES
Reitor da UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
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A corrupção é, de longe, uma das piores “doenças” que afetam a sociedade. Assim como um câncer, pode se espalhar por diversos setores de qualquer país. Por vezes, seus efeitos não são sentidos imediatamente, mas é certo que os custos chegam no longo prazo, com reflexos sobre o fornecimento e a qualidade de serviços públicos essenciais.

Dados do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes indicam que o dinheiro gasto anualmente com corrupção no mundo poderia alimentar oitenta vezes a população faminta. Propinas e roubos aumentam em 40% o custo de projetos para oferecer água potável e saneamento em todo o mundo – porque sim, até em áreas como essas, tão sensíveis, há quem consiga roubar. Leia mais »

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