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Posts Tagged ‘ENEM’

Tales de Sá Cavalcante
Reitor do Centro Universitário Farias Brito (FB UNI)

Membro do Colegiado da ABMES
Valor Econômico, publicado em 31 de agosto de 2020
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Era uma vez, uma tríplice equipe ministerial com elevada capacidade gestora em Educação. Além de inovar no universo educacional brasileiro, observou o que o mundo exterior tinha de bom na área e teve a coragem de implantar políticas equivalentes, inclusive procedimentos avaliativos que afloraram índices tão baixos quanto tradicionais em nosso país. Em compensação, poderíamos, doravante, acompanhar indicadores ao longo do tempo e compará-los com os de outros países.

Paulo Renato Souza, Maria Inês Fini e Maria Helena G. Castro compunham a referida tríade. Em 1988, na era Fernando Henrique, foi oficializada uma de suas iniciativas. Surgiu o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). A exemplo do Baccalauréat (Bac), na França, idealizado por Napoleão Bonaparte I, do SAT (Scholastic Assessment Test) e do ACT (American College Testing), nos EUA, o objetivo era avaliar o estudante, ao final de sua escolaridade básica, em cinco competências: domínio das linguagens, compreensão de fenômenos, enfrentamento de situações-problema, construção de argumentação sólida e elaboração de propostas coerentes.

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Janguiê Diniz
Vice-presidente da ABMES
Mestre e Doutor em Direito

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
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O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), criado em 1998, além de ser uma importante ferramenta de avaliação do Ensino Médio no país, tornou-se também uma das principais formas de ingresso no Ensino Superior – sendo aceito em instituições públicas e particulares. A partir de 2020, o Exame começará a sofrer mudanças para se tornar inteiramente digital, o que deve ocorrer por completo em 2026. A questão é: em um país continental e ainda com tanta dificuldade de acesso à tecnologia, a prova conseguirá se manter abrangente e sem riscos de fraudes?

Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), um teste será realizado em 2020 com 50 mil candidatos, com escalonamento gradual até 2026, quando as provas serão apenas virtuais. Outra novidade é que, por ser digital, a prova terá mais de uma aplicação ao ano – com a ideia de chegar a quatro datas anuais.

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Ronaldo Mota
Membro do Colegiado da Presidência da ABMES
Chanceler do Grupo Estácio
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O número de concluintes do Ensino Médio Regular em 2017, algo em torno de 1 milhão e 780 mil, é 2,6% menor do que o de 2016, 1 milhão e 830 mil, aproximadamente. De fato, são números assustadores em si, porém, não é tão simples indicar que eles, isoladamente, impliquem em retração inevitável de interessados em Educação Superior nos próximos anos. Claro que o desejável seria termos um crescimento contínuo e substantivo de jovens se formando naquele nível, no entanto, há outros fenômenos ocorrendo simultaneamente e que devem ser levados em conta.

No dia 5 de agosto, foi aplicado o Exame Nacional para a Certificação de Competências de Jovens e Adultos (ENCCEJA), quando 1 milhão e 340 mil inscritos, número 7,6% maior do que no ano anterior, visam a obtenção do diploma de Ensino Médio. Parte significa deles declara a expectativa de, posteriormente, pleitear vagas no Ensino Superior. Assim, é possível observar que a diminuição de formandos no Ensino Médio Regular é compensada pelo incremento, mais do que o dobro de um ano para outro, de potenciais postulantes vindos por um outro caminho.

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