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Posts Tagged ‘fake news’

Valmor BolanValmor Bolan
Professor da Unisa e ex-Reitor

Doutor em Sociologia e especialista em Gestão Universitária pela Organização Universitária Interamericana (OUI), sediada em Montreal, Canadá
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Transcorre no Congresso Nacional a CPMI das fake news, não apenas para investigar a disseminação de falsas notícias e informações durante as eleições presidenciais de 2018, que poderiam ter favorecido esse ou aquele candidato, mas também nos dias de hoje, ao longo do ano, quando as práticas de notícias falsas continuam nas redes sociais, com suspeita de haver inclusive milícias digitais, para intensificar a influência de narrativas espalhadas pela internet.

O fato é que, no espectro político brasileiro, vimos proliferar nos últimos anos, principalmente nas redes sociais, uma enxurrada de notícias, memes, matérias, etc., muitas delas bastante sensacionalistas, com o intuito de destruir e assassinar reputações. Por isso, a CPMI se faz necessária, apesar da choradeira de muitos, alegando se tratar de estratégia para controlar os influenciadores digitais, cerceando-os na sua liberdade de expressão.

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Valmor BolanValmor Bolan
Professor da Unisa e ex-Reitor

Doutor em Sociologia e especialista em Gestão Universitária pela Organização Universitária Interamericana (OUI), sediada em Montreal, Canadá
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As redes sociais abriram espaço para todas as opiniões, pois todos tem opinião sobre tudo, e ainda mais no YouYube, a febre agora é gravar vídeos para dar opiniões diárias sobre todos os acontecimentos. E muitas vezes o que vira é aquela “fofocagem desgraçada”, mencionada pelo ex-ministro Santos Cruz. Todos se tornaram especialistas dos temas mais controversos, e no afã de buscar visualizações, todos pedem para dar joinha, clicar em notificações, etc., buscando fama rápida e até monetização. E então pululam, aqui e ali, opiniões de toda sorte, que acabam espalhando rapidamente por todo o mundo, informações que nem sempre condizem com a realidade dos fatos, muitas vezes fake news ou mesmo dados apressados e descontextualizados, que as pessoas acabam compartilhando sem checa-los.

E é assim que as informações têm sido disseminadas pela internet, alcançando pessoas de todas as idades. Todos querem ser influenciadores digitais, e poucos são aqueles que dizem não ter conhecimento suficiente de determinado assunto para opinar, e dão a sua opinião, o que acham disso e daquilo, e assim tem sido nos nossos dias. Qual o efeito disso, a médio e longo prazo? Não sabemos.

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Wanda Camargo
Assessora da presidência e coordenadora de projetos culturais do UniBrasil Centro Universitário
Pesquisadora de teorias da aprendizagem

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Censura é um anátema, assim como preconceito, ninguém a deseja ou pratica conscientemente, pelo menos é o que se afirma. Mas, da mesma forma que muitos “não preconceituosos” ficam sobressaltados à simples proximidade de uma pessoa diferente de seus padrões raciais ou sociais, a grande maioria dos detentores de opinião, qualquer opinião, entende lá no recôndito de seu ser que opiniões frontalmente contra as suas não deveriam ter circulação permitida. E não importa o tipo de opinião ou crença, política, religiosa, de gênero, criacionista, darwinista; os conceitos parecem arraigados a tal ponto que não podem conviver com a mínima divergência.

A censura, que tem entre seus sinônimos repreensão ou reprimenda, é reconhecida como forma de restrição tanto da liberdade quanto do conhecimento, costuma ser exercida em regimes ditatoriais e parece ser um tema perturbador ultimamente, depois de um processo de grande divisão interna atravessada pelos brasileiros nos últimos anos. Isso incomoda pelos possíveis reflexos nas atitudes, valores e livre circulação das notícias, as quais, em última análise compõem o que denominamos opinião pública.

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